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Um sonho distante, mas não impossível!


Esse ano não começou muito bem para os cruzeirenses de certo modo. O ano anterior foi cheio de altos e baixos, num 2009 em que a equipe foi campeã mineira sobre o maior rival com direito a uma goleada na final (repetindo o feito e 2008), mas decepcionou na final da Taça Libertadores da América, sendo derrotada pelo Estudiantes da Argentina dentro de casa. Mas terminou com a classificação para a competição deste ano garantida pelo tropeço exatamente do Atlético Mineiro (que esteve na zona classificatória durante todo o torneio, mas deixou escapar a vaga na última rodada, garantindo o Cruzeiro na Libertadores).

O grande revés esse ano veio com a eliminação no Campeonato Mineiro frente ao Ipatinga, equipe considerada muito inferior e que, em certa época, era até mesmo chamada de equipe B do Cruzeiro, devido ao grande número de jogadores que eram emprestados pela equipe da capital ao time do interior mineiro. Na final do estadual, o Ipatinga perderia justamente para o Galo. E as gozações dos atleticanos começaram. Pela rivalidade, o Cruzeiro havia feito uma grande manifestação no jogo entre as duas equipes pelo Mineiro, levando flanelinhas ao estádio em alusão à vaga para a competição continental, que teria sido reservada pelo rival para o Cruzeiro. Os atleticanos, esse ano, ironizaram dando aos cruzeirenses uma nova utilidade para a flanelinha: enxugar as lágrimas pela desclassificação na competição.

A Taça Libertadores da América
Taça Libertadores da América: sonho de muitos, mérito de poucos

Por outro lado, recentemente o Cruzeiro alcançou o 4º lugar no ranking da IFFHS, instituto reconhecido pela FIFA, que classifica os melhores clubes do mundo. No anúncio, muito celebrado pelos cruzeirenses, o time mineiro era o único time brasileiro entre os 20 primeiros colocados. Mas a campanha do ano de 2010 não ia nada bem. Algo precisava mudar!

As coisas começaram a acontecer depois de um período de descanso para os jogadores celeste e o anúncio do clube, decidindo dispensar alguns jogadores com fraco desempenho. Na última quarta-feira, jogando no Uruguai, o Cruzeiro venceu o Nacional por 3 a 0, repetindo o placar do jogo no Mineirão na semana anterior, garantindo com folga a vaga para a próxima fase da Taça Libertadores. O próximo adversário será novamente o São Paulo que, no ano passado, foi exatamente o adversário das quartas-de-final da competição, e foi derrotado nas duas partidas. Na sequência, o Cruzeiro derrotaria o Grêmio e chegaria à final contra os argentinos.

O Cruzeiro chegou esse ano a uma façanha que dificilmente se repita tão em breve. Pelo 3º ano consecutivo o time brasileiro avançou para a fase eliminatória da competição de clubes mais importante do nosso continente e, pela segunda vez, avança para as quartas-de-final. O time mineiro, que vem disputando a Taça Libertadores das Américas por anos seguidos desde 2008, mais uma vez deixou sua marca mostrando que é um dos maiores clubes do Brasil, não só da atualidade, mas de todos os tempos.

Esse é o ápice de uma campanha que vem sendo repetida numa ótima gestão da diretoria, comparável ao que vêm fazendo Internacional e São Paulo. Hoje, os três clubes são considerados os clubes de ponta do Brasil no que diz respeito à condições de treinamento, estrutura física e organizacional dos clubes e gestão. Isso se reflete dentro de campo, com os 3 clubes tendo excelentes campanhas em território nacional e internacional. O São Paulo levou 3 dos últimos 4 Campeonatos Brasileiros, sendo vice no outro, além de dois títulos da Libertadores de 2005 pra cá. O Internacional levantou a competição continental em 2006 e ainda levou a melhor sobre o Barcelona (na época de Ronaldinho Gaúcho e Messi) na final do Mundial de Clubes. Curiosamente, as 3 equipes são patrocinadas com material esportivo pela Reebok, empresa que não detém o escudo de nenhum dos grandes clubes europeus, por exemplo (mera coincidência?).

O Cruzeiro, que na verdade não levantou taças tão relevantes, mas venceu o estadual por 3 anos consecutivos nesse período, garante sua boa fase estando sempre entre os melhores classificados do Campeonato Brasileiro, o que leva a equipe à vaga na Libertadores. Em 2009, inclusive, o clube tinha boas chances de ter levado o título nacional, mas perdeu várias oportunidades jogando com o time reserva contra adversários fracos, conquistando poucos pontos. Como afirmou o próprio presidente do clube, Zezé Perrela, mais alguns pontos bastariam para o Cruzeiro vencer o Brasileirão pela segunda vez na sua história.

Kléber e Thiago Ribeiro
Kléber e Thiago Ribeiro: boa fase e entrosamento dentro de campo

Com a recente virada no astral dentro e fora de campo, garantida pelo bom entrosamento entre Thiago Ribeiro e Kléber, o time parece ter se encontrado com o bom futebol que mostrava no começo do ano passado. Hoje, com a mesma base, mas com algumas peças de importância fundamental em campo que não estavam na decisão de 2009, o clube tem boas chances de repetir o feito e mudar o final da história, vencendo a Libertadores pela terceira vez.

Caso as coisas dêem certo e o Cruzeiro alcance o título da Libertadores esse ano, o clube poderá ter uma chance como nenhuma outra: enfrentar o grande algoz de 1976 na final do Mundial de Clubes. Na final da Champions League, a competição de clubes principal do continente europeu, se enfrentarão no fim de maio a Internazionale de Milão e o Bayern de Munique. Será um grande jogo e o campeão garante a vaga no mundial, ao lado dos campeões da América, da Oceania, da Ásia, da África e da CONCACAF (América do Norte e Caribe). Se vale a torcida, o Bayern leva vantagem! Há muito caminho pela frente, mas podemos ter Cruzeiro e Bayern se enfrentando novamente numa final que trará de volta à memória dos torcedores mais antigos, boas lembranças, sem dúvida.

Cruzeiro x Bayern em 1976
Cruzeiro x Bayern em 1976

Em 1976 o título de melhor clube do mundo era decidido em duas partidas, uma na América do Sul e outra na Europa, entre os campeões da Libertadores e da Champions apenas. A Taça Intercontinental não era organizada pela FIFA, mas para os torcedores tinha o valor de um título mundial. Exatamente nesse ano, o Cruzeiro de Piazza e Jairzinho, campeões mundiais em 1970, enfrentaria a máquina alemã comandada por ninguém menos do que Franz Beckenbauer. Os campeões do continente americano, que também contavam com Raul Plassmann, Nelinho, Joãozinho, Palhinha, Dirceu Lopes e tantos outros, enfrentariam o Bayern de Munique com a base que formara a seleção alemã campeã na Copa de 1974, com nomes como o de Gerd Müller, Sepp Maier, e Karl Heinz Rummenigge. Tinha tudo pra ser um grande jogo. Tinha e foi!

Na primeira partida, em Munique na Alemanha, os donos da casa ignoraram os cruzeirenses, venceram com um futebol desconcertante (dizem, eu não vi o jogo). Debaixo de um frio tremendo, o placar foi de 2 a 0, com gols de Müller e Kappellmann, ambos nos últimos 10 minutos de jogo, assistidos por um mediano público de 22 mil pessoas. A missão para os mineiros ficara bem complicada.

Time celeste em 1976
A equipe celeste de 1976

Meu pai, sortudo, esteve no Mineirão e foi um dos que aplaudiram de pé o Bayern de Munique, campeão mundial de 1976 no fim daquele jogo. O estádio, que tinha como recorde de público uma vitória do Cruzeiro sobre o Atlético em 1969, via sua lotação máxima ser alcançada mais uma vez. Era o segundo maior público numa partida oficial no Maior de Minas, o maior numa partida internacional. Mais de 113 mil torcedores prestigiaram o embate das equipes no campo do Mineirão. Com o futebol técnico dos alemães, segurando bastante o jogo, a equipe celeste não conseguiu vencer e o empate em 0 a 0 deu o título ao Bayern.

Frank Ribery e Arjen Roben
Frank Ribery e Arjen Roben, campeões da Alemanha com o Bayern

Claro que, esse ano, o Bayern levaria uma vantagem apontada por qualquer crítico de futebol. Na Europa, a equipe do holandês Arjen Roben e do francês Frank Ribery faz um ano excepcional, com os dois jogadores em grande fase. Depois de garantir o título alemão com uma rodada de antecipação no último final de semana, a equipe da Baviera se prepara para enfrentar a Inter na final da Champions League no fim do mês. O grande favorito ao título europeu, o Barcelona, ficou no caminho, segurado pelo esquema tático perfeito de Mourinho, no comando da Inter. Mas nem por isso os alemães deixarão de fazer um jogo de igual para igual na final que será disputada no Santiago Bernabéu, em Madrid na Espanha. Será um jogo imperdível, é certo.

Por aqui, o caminho é mais longo. Se passar pelo São Paulo, o Cruzeiro ainda poderá ter que enfrentar novamente o Estudiantes ou o Internacional nas semi-finais, e ainda poderá ter que enfrentar outro clube Brasileiro, caso o Flamengo chegue ao final na competição. Com muito chão pela frente, mas com maturidade e a cabeça no lugar, o elenco cruzeirense espera poder repetir o feito de grandes ícones que passaram pelo clube. O goleiro Fábio, que agora carrega o fardo da camisa 1 e se habilita a usar o mesmo tom amarelo usado por Raúl no passado, poderá deixar de vez seu nome na história do clube, já tendo superado nomes como Dida e Gomes, dois ídolos recentes do gol cruzeirense.

Fábio já é o 3º goleiro que mais defendeu a meta cruzeirense

É com essa mentalidade que o Cruzeiro segue firme na caminhada, se espelha no passado glorioso, marca a história, se consolidando como um dos maiores do mundo e mostra em campo a raça que a torcida celeste exige há muito do time. É a chance de chegar ao título inédito para o clube, levantando, no fim do ano, a taça e envergar a faixa de Campeão do Mundo. Tem tudo pra dar certo. Tem tudo pra ser um grande espetáculo. Tem tudo pra reviver momentos históricos. Tem tudo pra fazer a história gloriosa ser escritas em páginas heróicas, imortais. É um sonho distante, mas não impossível!

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Não tem explicação!


(esse post foi escrito sem fundo musical, sem fotos, sem vídeos…)

Luto! É a única palavra que consegui encontrar para explicar o sentimento de hoje.

Não tem como entender o que aconteceu ontem. Não tem como digerir o que os olhos de milhões de torcedores viram. Não tem como explicar de onde Verón tirou tanto gás. Não tem como não rever na mente o gol antológico de Henrique e pensar que poderia ser o gol do título. Não tem como…

Se ontem o sentimento era o de ansiedade, hoje o de tristeza surge. Mas de qualquer forma, só a Libertadores está na mente. O pior é que chegamos lá. Depois de 12 anos, finalmente o Cruzeiro tinha um time de qualidade, com vontade, capaz de vencer 9 dos 13 jogos até então disputados! De longe, a melhor equipe dessa edição da Libertadores. Mostrou isso nos dois jogos contra o São Paulo e nos dois seguintes contra o Grêmio. Jogaram com garra. Mas faltou garra na final.

Incrível como alguns torcedores do time rival ainda resolvem aparecer para tirar o sarro. Até nos chamaram de fregueses… Isso depois de ficar 2 anos e meio, 12 jogos sem conseguir uma vitória sequer! Aí é ganhar uma, ver o Cruzeiro vice-campeão da Libertadores e achar que pode subir no telhado e cantar de galo!

O jogo

A peble estava lá. Foi assim que os torcedores foram tratados pela diretoria cruzeirense ao longo da semana. Os ingressos estavam absurdamente altos. Se era pra ter pão e circo, faltou o pão e o circo! Quero ver agora os senhores Perrela explicarem onde vai parar a grana arrecadada que deveria premiar os vencedores! Vã dar para Verón e companhia?

O General Adilson também compareceu, mas pareceu perdido em meio às suas opções táticas. Comumente, o famoso professor Pardal resolve inventar, mas ontem preferiu montar uma estratégia básica, simples. E era o certo a se fazer. Mas os seus comandados não reponderam no campo de batalha e, na hora de mudar a estratégia, não mudou.

Os guerreiros do time adversário, raçudos, como é de costume, vieram com a tática de sempre. Batendo muito, correndo muito, dando o sangue (literalemente) para conquistar a vitória. E não é à toa que, depois dessa vitória, somam 4 títulos. 22 no total para os hermanos. É uma superioridade que tem explicação. Mesmo sendo difícil de aceitá-la.

Não tiro o mérito, em momento algum, da garra e motivação do Estudiantes. Eles jogaram como tinham que jogar. Como se joga num jogo de Libertadores. Mas o árbitro… Quem era aquele cara? Não que ele estivesse roubando contra o time mineiro, mas favoreceu em alguns lances a equipe argentina.

Nosso Gladiador Azul… Ah, o Gladiador… Bom, ele bem que tentou, se esforçou, procurou a melhor maneira, mas era difícil. Degladiando contra um exército inteiro, apanhando como nunca e ainda sem a ajuda de seus principais aliados, Kléber não foi muito útil. Poderia ter sido melhor, mas a culpa não foi dele.

E Ramires? O Príncipe? Como é de costume, príncipes não sujam suas mãos em batalhas sangrentas. Ao lado dele, seu irmão Wágner não pensou duas vezes. Quando pressionado, viu que teria que se sujar e fez o que sempre faz: correu. Não foi assim contra o Boca? Ramires ficou com a missão de fazer o impossível. E se era impossível com o exército completo, imagina com desfalques? O corredor, o maratonista, correu por toda a arena. Se movimentou do ataque à defesa. Mas não era disputa para ele. Muito menos para Athirson.

Nas quatro linhas que limitavam a arena, a entrada de um soldado calado fez diferença, mas não o suficiente. Esse soldado, antes querido, depois tratado como bandido, foi o único capaz de ameaçar o rival com uma arma poderosa, pouco usada: chutes. Thiago Ribeiro entrou, fez o que dava pra fazer, acertou a trave, tirou o fôlego de muitos, mas não poderia mudar sozinho um resultado.

Fábio, a Muralha Azul, estava lá. Fez sua parte, mas não contava com as falhas de seus companheiros. Não fez milagres dessa vez, como na outra batalha, mas era querer demais!

O final foi o imprevisto. A confiança deu lugar ao desespero. O placar mostrava um gol apenas que separava campeões de vices. Um único gol a mais que arruinava toda a esperança celeste. Os últimos minutos foram agonizantes. Cada lance, cada passe, cada tentativa de chegar era um sofrimento a mais. A inspiração faltou. O ânimo foi se esvairindo. A batalha se findava e cada vez mais longe ficava o sonho. E acabou!

A explicação? Não há! Culpados? Todos. O time. O adversário. O treinador. O juíz. A torcida. Faltou alguma coisa? Sim. O título! O que fazer? Esperar… Espera que alguém se pronuncie. Esperar que alguém renove nossa esperança. Esperar que algo aconteça para, enfim, tirar da cabeça a única coisa que ocupa nossos pensamentos: Libertadores!

Na cabeça, só Libertadores…


Qualquer cruzeirense que se preze hoje só tem uma coisa na cabeça: Final da Taça Libertadores da América. E não é à toa não! Esperamos 12 anos pra sentir esse gostinho mais uma vez. Pela quarta vez estamos lá e com boas chances de ficar com o terceiro título continental. Feito só conquistado no Brasil pelo São Paulo.

Trabalhar, namorar, estudar… Hoje tudo fica em segundo plano! Cada hora que não passa é uma tortura. Uma angústia que nos faz já comer as unhas desde cedo. Acordei com o jogo na cabeça. Era a única coisa em que conseguia pensar. E a cada notícia, cada novo detalhe que preencheu e encheu os telejornais e sites de notícias na última semana, era mais uma avalanche no coração desse feliz torcedor de Minas Gerais.

Ontem vi que alguns dos meus amigos atleticanos (sim, eu tenho amigos que torcem pelo Atlético até hoje) se esbaldavam com a possibilidade de o Cruzeiro não levar o título. Possibilidade! Que é exatamente a mesma de levar, uma vez que o jogo de hoje é decisivo em virtude do resultado de 0 a 0 no jogo de ida, na Argentina. Inclusive um desses amigos me apareceu no MSN com a bandeira argentina. Só mesmo torcendo contra o Maior de Minas pra se ver realizado.

Mas o fato é que hoje é a batalha final. A Batalha pela América. Uma batalha que será travada ferozmente no Gigante da Pampulha, o Coliseu mineiro. De um lado a Muralha Azul conhecida como Fábio, herdeiro do trono de outra muralha, o saudoso Raul Plasman. Do outro lado a experiência do já tantas vezes batido Juan Sebástian Verón. Aliás, Verón esse que amarga vários vices com a camisa da seleção vizinha. Será mais um?

“Vamos, Cruzeiro querido, de tradição… Libertadores, ser campeão…” – côro da torcida celeste

O Mineirão, sem dúvida, estará lotado, mesmo com as cagadas cometidas no começo da semana. Ingressos sumindo, vendas acabando em menos de 5 horas… Torcedores loucos com tudo isso! Mas nada capaz de tirar o brilho que as 5 estrelas do peito cruzeirense hão de contemplar na noite desta quarta-feira. Mais uma quarta para entrar na história. Mais uma conquista para ficar na memória. Nosso principal gladiador já se prepara para adentrar o Coliseu com sua espada afiada, desembainhada, pronta pra luta. Aliás, Kléber, o Gladiador Azul, já avisou que se depender dele, os hermanos vão embora chorando.

Nosso estrategista mor, aquele que comanda do lado de fora os golpes proferidos dentro da arena, não vai inventar moda dessa vez. Adilson vai a campo com suas principais armas. Ataque com força total, com Wellington Paulista ao lado do Galdiador. Meio organizado e forte com Wágner, Ramires, Marquinhos Paraná e Fabrício. Defesa estilo parede intransponível iniciada por Fábio e completada por Jonathan, Thiago Heleno, Leonardo Silva e Gerson Magrão. Esse é o time que tentará repetir os feitos das equipes de 1976 e 1997. É o time do tri.

Os campeões da América: time campeão em 1976
Os campeões da América: time campeão em 1976

Em 76, na nossa primeira final, os adversários também eram argentinos. O River Plate lutou bravamente, mas sucumbiu no terceiro desafio e foi superado pelo glorioso elenco azul. Em campo (vide foto acima), Darci Menezes, Nelinho, Morais, Zé Carlos, Vanderlei, Roberto Batata, Eduardo, Palhinha, Jairzinho, Joãozinho e Raul. Abrimos caminho para as conquistas futuras. O Cruzeiro se tornou conhecido internacionalmente. Pouco depois sofreríamos com a derrota na Alemanha e o empate em casa qu sagrou campeão do mundo o Bayern de Beckenbauer. Aliás, embate esse que lembra o que enfrentaremos contra o Barcelona de Messi e companhia. Mas isso é para outro post.

A torcida espera. Anseia. Todos estão loucos. Tudo nos leva a desejar o título. Não há mais nada a pensar. Na cabeça, só Libertadores…