Minha paixão número 1

Um quarto de século se passou desde que vim ao mundo numa manhã de 1985. Acho que esse é o principal motivo de eu estar escrevendo esse texto: um daqueles momentos em que a gente para pra ver a nossa vida e analisar o que se passou, o que aconteceu de relevante. Os caminhos que tomamos, e o que nos fez seguir por eles. Eu não consigo fazer uma análise dessas da minha própria vida sem falar de uma das minhas principais influências: a música.

Minha história musical começou bem cedo. Me lembro de ainda pequeno sempre estar cercado de muita coisa que acostumou meus ouvidos a diferenciar notas, instrumentos, vozes… Devo isso à minha família. Nasci e cresci num lar cristão. Meu pai, pastor da Igreja Presbiteriana, e minha mãe, professora, nos guiaram, a mim e a meus irmãos mais velhos, no mundo da boa música cristã da época. Lá pelos idos anos 1980 (sim, eu vivi metade deles e lembro de algo) lá em casa tinha um velho som Gradiente que sempre estava tocando algum LP (esse era o nome pra mim do que muita gente chamava de “bolachão”, e que os mais novos conhecem apenas como “disco de vinil”).

Capa de um álbum do VPC dos anos 1970
Vencedores por Cristo (VPC)

O que me recordo facilmente de ouvir bastante quando pequeno é Vencedores por Cristo, vulgo VPC, e seus colaboradores: João Alexandre, Guilherme Kerr, Jorge Camargo e etc. E tudo o que era dessa linha. Sérgio Pimenta, Josué Rodrigues e tantos outros. Claro, teve muito Comunidade Evangélica de Goiânia (Koinonia) e Prisma, aquele grupo tradicional da Igreja Adventista que, depois de velho, descobri que traduziam 90% das músicas que cantavam em português na época. Eu, como criança, cresci ouvindo os álbuns para crianças deles. E do Xuxu (Louvores da Garotada, Salt, Print, essas coisas). E do Arlindo Barreto (o primeiro Bozo brasileiro que depois se converteu).

Eu não tinha um gosto próprio. Afinal, eu tinha uns 6, 7 anos de idade. Eu gostava de ouvir o que meus irmãos gostavam de ouvir. E isso foi muito bom, devo dizer. Mais ou menos nessa idade eu tive meu primeiro contato com o rock. Meus pais gostavam bastante de Rebanhão, talvez a primeira banda cristã de rock no Brasil, mas que era bem pop, pra falar a verdade. Muitas das músicas que eu mais gostava de ouvir eram deles.

Igreja Batista do Morumbi, Life, Milad, Logus, Kadoshi… Por volta de 1992 meus irmãos começaram a sair com um pessoal mais velho que já curtia uns sons mais diferentes (e que meu pai não era tão fã) como Katsbarnea e Oficina G3. As duas bandas eram consideradas rock pesado pra gente e não podíamos ouvir. Antes, porém, veio o Catedral. Pouco depois o Raízes. Era o máximo de rock que a gente escutava.

Música internacional também sempre teve vez. Meu pai era fã de um tal de John Starnes, um cantor muito popular nos EUA, que fazia um som meio country. Logo vieram Acappella, Michael W. Smith, Amy Grant, Ron Kenoly e vários outros artistas do que era chamado por lá de Contemporary Christian Music (CCM), que foi logo se tornando gênero favorito dos meus irmãos. E meu, claro!

Não me lembro exatamente quando, mas por volta de 1995 conhecemos o Anointed. Uma fita K-7 gravada com qualidade bem ruim passou a ser a coisa mais tocada em casa. Um walkman da Sony era super disputado nas nossas viagens. Três irmãos pra pouca música. E foi nesse mesmo walkman que, finalmente, conheci algo que mudaria minha experiência com música.

No mesmo ano meu irmão mais velho apareceu com uma fita de rock, internacional, a primeira com que tive contato. Mas rock mesmo. Um tal de Petra! Foi a grande mudança. O nome do álbum era Beyond Belief, algo como “Além da Fé”, mas que na época a gente não fazia a menor ideia do que significava. Não sabíamos inglês, mas o som era muito bom e muito diferente do que nós conhecíamos. Eu ouvia tanto esse álbum que cheguei a decorar a ordem das músicas. Detalhe, não era a ordem certa. Por algum motivo na hora da gravação do LP alguém tinha repetido algumas músicas e deixado a coisa meio fora de ordem. Pra gente, no entanto, tava tudo certo.

Integrantes da formação clássica do Petra
John Lawry, Bob Hartman, Ronny Cates, Louie Weaver e John Schlitt: a formação clássica do Petra

Petra passou a ser minha banda preferida. Eu cantava com os fones no ouvido, sem saber uma frase sequer do que estava cantando, mas achava que tava tudo certo com o meu inglês ‘embromation’.

Em 1996 ganhamos um computador de um tio. Tinha até leitor de CD-ROM, kit multimídia e tudo. Era coisa chique. Era a única coisa em casa capaz de reproduzir um CD de música. Teve votação em casa pra saber qual seria o primeiro CD comprado com suados 12 reais. Adivinha o vencedor? Petra, claro. E veio então o Petra em Alabanza, com as músicas em espanhol do álbum Petra Praise: The Rock Cries Out. E agora nós sabíamos o que estávamos cantando. Naquele tempo, ainda sem Internet, era difícil ter grande acesso as coisas lá de fora e só o que a gravadora Bom Pastor trazia dava pra gente ter em casa. Então nosso acervo de música nacional cresceu bastante em CD.

Pouco depois veio Katsbarnea e, enfim, Oficina G3. Com uma fase mais pop (PG no vocal) ficou mais fácil meu pai aceitar o som deles. Mas meus preferidos eram os caras do Resgate. Aquele som meio anos 1970, a voz rouca do Zé Bruno e as letras dos caras. Aí começou de vez meu gosto pelo rock.

Oficina G3
Os caras do Oficina G3 há muito, muito tempo atrás...

No finzinho do século, do milênio, começamos a ouvir bem mais às rádios cristãs, principalmente uma da Renascer que era transmitida em BH e outra da Quadrangular, também da capital mineira. Aí nosso repertório aumentou bastante. Mas só mesmo com a chegada da Internet discada lá em casa é que de fato ampliei meus horizontes de forma colossal. Primeiro descobri as salas de bate-papo. Depois o ICQ. Por fim, o MP3! Fui pioneiro lá em casa no assunto Internet, apesar de que meu irmão era quem fazia Sistemas de Informação. O negócio dele era mais softwares, programar. Eu fui cada vez mais me tornando piolho da coisa. Não conhecia o termo na época, mas pode-se dizer que virei Internet Heavy User. Claro que a Internet da época não oferecia a mesma quantidade de informações em português que temos hoje, mas já era alguma coisa.

Em 2000 comecei a estudar no CEFET e a andar com uns caras mais do meu gênero: os adolescentes que haviam deixado de lado os videogames pra se divertir no PC. Eu, com meus 15 anos, comecei a aprender a desmontar computadores, brincar com as peças, e a mexer nas configurações dele. O povo lá de casa ficava louco toda vez que eu mudava alguma coisa. E direto algo não funciona mais como antes. Confesso que a culpa era minha. Também comecei a aprender mais sobre o funcionamento da Internet, sobre servidores, hospedagem e como poderia fazer meu próprio site. Como já mexia com Corel DRAW há um tempo, depois com o Corel PHOTO-PAINT, foi um pulo pra eu começar a desenvolver meus próprios sites. Arrumei umas apostilas de HTML, aprendi a usar o Microsoft FrontPage e voilá.

Os primeiros sites? Obviamente que eram sobre a única coisa que eu sabia falar: música! Primeiro veio o Resgatados, um fan site sobre o Resgate. E em 2001 estava no ar o WebPetra, que em 2003 se tornaria o PetraHead, o maior site sobre Petra em língua portuguesa. Não me lembro de todos os detalhes, mas cheguei a ter mais de 10 mil visitas, o que era muito pra um site independente, hospedado no HPG (Home Page Grátis) e depois no Kit.Net (da Globo). O site tinha letras e detalhes de praticamente todos os álbuns lançados pelo Petra, muitas fotos (encontradas em sites de outros fãs espalhados pelo mundo) e até cifras das músicas. E eu fazia questão de ler muito pra sempre ter informações fresquinhas no site.

Fórum Gospel
Logo oficial do Fórum Gospel: desde que me lembro é essa...

Por causa do site, comecei a procurar coisas em sites em inglês, o que acabou por me fazer ter um contato grande com a língua (e com tradutores online como Babel Fish). Aprendi muita coisa nessa época por causa da Internet (além dos jogos e das músicas). Comecei também a frequentar fóruns de música, como o Fórum Gospel, e a vários sites pouco conhecidos como o SuperGospel e o DotGospel. Fiz várias amizades e ganhei colaboradores. E comecei a ter contato com outros gostos musicais. Por causa do FG e, principalmente, do Dot, conheci Jars of Clay, Third Day, Audio Adrenaline, dcTalk, newsboys, Sonicflood, Guardian, e vários outros artistas dos anos 1990 que tinham um bom tempo de estrada, mas que não chegavam por aqui.

Já há alguns anos, ainda na época do Ensino Médio no CEFET, eu tinha começado a ter contato com algumas bandas seculares (não cristãs) por alguns amigos da escola: Metallica, Red Hot Chili Peppers, Guns n’ Roses, e outras não faziam parte do que eu estava acostumado a ouvir. Anos depois vieram Linkin Park, Limp Bizkit, P.O.D., e bandas que eu mal sabia quem eram, pra falar a verdade, mas comecei a ouvir e a gostar bastante.

Com toda essa mudança musical, passei a curtir o rock um pouco mais pesado, indo primeiro para o new metal, depois para o metal mesmo. Nunca tão pesado. Não sou da linha death, black, speed e coisas do gênero. Sempre fiquei na linha tênue entre heavy metal e metal melódico. Mas também conheci muita coisa de hard rock, progressive, e industrial.

Rob Beckley, vocalista do Pillar
Rob

Mas como eu gostava muito de letra, tanto quanto ritmo e melodia, resolvi procurar por conta própria bandas cristãs que fizessem um som diferente do CCM. Que fizessem um rock como esse que eu estava começando a gostar. E lá estava a Internet novamente pra dar uma mão. Procurando bastante em sites internacionais e cheguei primeiro ao 12 Stones. Em seguida ao Pillar e, pouco depois, ao Skillet. As três bandas estavam começando a fazer uma caminhada lá pelos EUA com o tipo de som que eu queria encontrar. Juntas, em 2004, as bandas estariam tocando numa turnê que ainda levava Big Dismal e Grits (mais alumas bandas pra minha playlist).

John Cooper, vocalista do Skillet
John

As vozes de Rob Beckley (do Pillar) e John Cooper (do Skillet) passaram a ser referências para mim, tanto quanto a de John Schlitt (do Petra) e Mac Powell (do Third Day). Eu reconhecia de longe, mesmo quando não conhecia a música. Passei a ouvir muito esse tipo de rock (entre o new metal e o rapcore) e conheci várias outras bandas do gênero, mas sempre tinha como favoritas Pillar e Skillet.

Então, em 2004, veio o Orkut. Pouco depois, a onda blog chegou ao Brasil. E uma enxurrada musical veio junto. Bandas e sons dos quais nunca tinha ouvido falar passaram a fazer parte das minhas leituras e, logo, das minhas playlists. Conheci vertentes diferentes do rock, bandas de outros países e fui abrindo um leque que jamais conheceria se não fosse a Internet (daí a minha briga ferrenha contra esse preciosismo da indústria fonográfica de querer limitar os downloads pela web, sem os quais metade dos artistas que eles vendem não seriam conhecidos, mas isso é assunto pra outro post).

Kutless, Switchfoot, Jeremy Camp, MercyMe, tobyMac (ex-dcTalk) e tantos outros começaram a ter lugar cativo no meu Winamp. Cada vez mais meu repertório estava aumentando e mais artistas e bandas internacionais faziam parte dele. Claro que também meus pais e meus irmãos conheciam coisas diferentes. Estava sempre baixando coisas que eles gostavam de ouvir, principalmente em português para minha mãe. Muitos artistas nacionais também compunham nosso acervo de MP3. Mas nunca deixamos de comprar CDs em casa. Isso era uma regra. O que dava pra comprar, o que era de fácil acesso, a gente comprava. Ainda hoje, na casa dos meus pais, muitos CDs meus e dos meus pais e irmãos estão lá empilhadinhos.

Mas por mais que eu escutasse muita coisa nacional, principalmente Resgate e Oficina G3 (duas bandas que faço questão de comprar CDs até hoje e pretendo ter toda a discografia de ambas em CDs originais em casa), minha parcela de música internacional ia só crescendo.

Em 2005, quando o Petra anunciou que iria parar, minha decepção foi muito grande. O PetraHead foi o primeiro site a dar a notícia em português, poucos minutos depois dela ser divulgada num site americano (Petra Rocks My World, que está no ar até hoje). Na mesma época um problema no servidor tirou meu site do ar e um outro no meu PC me fez perder todos os meus dados relativos ao site (e todos os meus 4 Gigabytes de música salvos). Foi uma fase bem triste, que me deixou bastante desanimado. Por sorte, eu tinha algumas coisas gravadas em CDs.

Também nesse ano tive o prazer de conhecer o ZPoC: um programa de compartilhamento de dados (principalmente MP3) totalmente cristão, com salas de bate-papo e muita, muita música. Nele comecei a refazer meu acervo e logo já havia superado os 4GB anteriores que viraram 8GB, 16GB e hoje já somam mais de 60GB de música. Bem pouco, na verdade, se comparado ao share (como nós chamávamos o acervo de cada um no ZPoC) de outros usuários que chegavam a 2 Terabytes. Graças ao Z, completei minha discografia do Petra, o que jamais conseguiria por aqui, pois os primeiros álbuns da banda nunca chegaram ao Brasil e não se encontram facilmente na Internet. Também completei a discografia de várias outras bandas que gostava e conheci diversas outras.

Hoje não sei dizer exatamente quantos CDs tenho, quantas bandas escuto, quantas músicas tocam no meu PC o dia inteiro. Vivo de música. Ouço sempre que dá. Aprendi a tocar, a cantar, a traduzir as que gostava mais… Mais velho, já no fim da adolescência, comecei a tocar na igreja, a gostar de gêneros mais congregacionais (música que a gente canta na igreja, com a igreja). Passei a ouvir muito modern worship, essa linha hoje encabeçada pela Hillsong Church, mas que passa por Leeland, Delirious?, Chris Tomlin, Matt Redman, David Crowder*Band e tantos outros.

Hillsong United
Hillsong United, principal nome do modern worship entre os jovens

Outro dia me perguntaram qual era minha banda preferida. Não soube responder. Nem minha música, ou meu CD. Não sei se tenho “a” preferida. Gosto de ouvir algo num determinado momento e outra coisa completamente diferente em outro momento. Eu diria facilmente quer era Petra a banda e Beyond Belief a música, há uns 6, 7 anos atrás. Mas eu conhecia tão pouca coisa que essa afirmação era a única possível pra mim. Hoje eu escuto tanta coisa que é impossível separar algo que eu goste mais. Claro que tem umas 20 músicas que eu escute mais que as outras. Mas daqui um mês essas 20 serão outras. As cinco bandas que mais escuto hoje, não são as mesmas cinco do ano passado.

Não tem como eu me separar da música. Não tem como separar a música da minha história, da minha trajetória. A influência do que eu escuto, do que eu gasto meu tempo organizando (sou fissurado em organizar tudo o que baixo, desde as pastas até as TAGs, com as capas de todos os álbuns e tudo o mais), me fez ser metódico com as coisas. Minha personalidade foi moldada ouvindo música, em frente ao PC, aprendendo, lendo e ensinando o que sei. É por causa da música, das letras, dos ritmos, das melodias, que sou hoje o tipo de cara que sou.

Também posso dizer que influenciei bastante gente nessa caminhada musical. Vários amigos me contam que começaram a ouvir tal artista, tal banda, tal música depois que eu apresentei a eles. Alguns viciaram no som, outros simplesmente passaram a gostar.

E devo à música meu principal ganha-pão hoje, e o motivo de eu estar finalmente fazendo uma faculdade com a qual me identifico e numa área que quero trabalhar. Foi pela música, pelo contato com a web, pelos sites, que tomei gosto pelo design. Foi pelas capas de CDs, pelas tipografias nos nomes das bandas, pelas artes e pelas fotos que me vi envolto por esse mundo das artes gráficas, do digital, do Photoshop, dos vetores. Pela música tomei gosto pela coisa e me tornei o estudante de design gráfico.

Sei que muitas músicas ainda vão me assombrar na hora de ir dormir, como sempre acontece comigo. Sou de deitar e ficar com uma música na cabeça antes de dormir. E sempre acordo cantarolando ela em pensamento. Às vezes isso é tão forte que tenho que ligar o PC só pra ouvir a música e conseguir dormir.

Minha história musical está completando somente 25 anos. Tenho muito tempo de música pela frente! Sei que muita coisa ainda vai me marcar. Muitas músicas significam momentos especiais, com pessoas especiais. Sempre me lembro de alguém ou de algum momento quando escuto determinadas músicas. Algumas são bem saudosistas, outras são momentos que eu poderia esquecer, mas que a música não deixa que isso aconteça. Acho que posso dizer sem medo: música é minha paixão número um!

18 opiniões sobre “Minha paixão número 1”

    1. É… Sei que ficou bem grande esse! Foi meu maior post até hoje! oO

      Mas não podia ser diferente, meu… 25 anos de história aí! hehehe…

  1. Aê Tutano!!!
    Tem alguns pontos discordantes nessa sua história… mas como é seu aniversário, vou fazer vista grossa!!!
    Parabéns, brotha!!!
    Deus te abençoe!!!
    Saudades de tocarmos juntos…

    Abraçaum do seu brother mais velho

    1. Uai, o que tá errado, maninho? Se tem algum equívoco, perdoe o lapso temporal da memória, mas nem tudo é o que a gente lembra de verdade, né?

      Mas o fato é que você e a Lê me influenciaram totalmente nessa caminhada! Certo?

  2. Devo lembrar que você gostava muito de uma música que hoje sabemos ser do Kleber Lucas. Há uma luz no fim do túnel, há um motivo de ser…. Cantávamos esta e várias do Rebanhão na sala de casa improvisando uns microfones e umas guitarras com qualquer objeto disponivel na nossa frente. Era nosso ‘showzinho’ de rock do nosso mundinho particular!!!
    Bjão maninho.
    Feliz Aniversário!!!

    1. É verdade… Esqueci de citar Kléber Lucas no repertório ali… E de fato, sempre curti muito essa música!

      Mas Rebanhão tá na lista, e do jeito certo: as mais ouvidas dos anos 1980… hahaha! Lembro bem dessas nossas “guitarras” e “microfones” improvisados… Tem uma foto disso em casa, não tem?

      Saudades da nossa infância! ^^

  3. Boa parte das bandas que curto hoje em dia foi influencia sua, vc sabe né? Haha! Ahá, descobri a fonte do seu bom gosto (Grupo Logos, que vc tanto me zuava por ouvir)! =p
    Feliz aniversário procê!
    Deus é contigo!
    Bjão

    1. É… hahaha… Uma das pessoas que tinha em mente era você, com toda certeza… Acho que foi uma das que mais influenciei! ^^

      1. Lead às avessas!! Conto a melhor parte na última linha… hehehe!!

  4. Cara, viajei junto com vc na história musical da sua vida, ate o final dos anos 90 igual a minha, mesmo sendo mais velho que vc alguns anos. Parabens pelo texto e pelos 25 anos, que Deus continue abençoando muito a sua vida e sua historia musical, hehehe, axei mnuito legal memso , deu uam saudade demuita coisa que faz tempo que escutei. Abração

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