My Playlist: recomendações do mês de abril de 2009


Pois é galera… Fim de mês é hora de conferir o que rolou pela minha playlist durante o mês de abril!! Esse mês rolou muita coisa boa e vários álbuns novos lançados recentemente. Também tem o som de uma banda nova, o Revive, que fiz questão de colocar nas recomendações. Confira!

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40th Dove Awards: Comentários


Finalmente achei tempo pra comentar os resultados do esperadíssimo 40th Dove Awards. Como muitos já devem esperar, eu concordei bem pouco com os resultados, apesar de que isso não faz muita diferença, já que não concordo nem com a forma da premiação em si.

Aproveitando, deixa eu começar comentando a fórmula da coisa. Esse ano, pelo menos, os caras da GMA (Gospel Music Association) inovaram dando liberdade para os internautas votarem em duas categorias. Mas só. Das 368 (exagero hiperbólico notável aqui), somente duuas puderam ter participação de fora do círculo da GMA. Isso é se achar demais, não acham? Os caras bem que poderiam ser mais democráticos.

Pelo menos a festa em si é bacana. As premiações tem um reconhecimento legal por lá e faz bem pro ego da galera receber um Dove. Afinal, para os músicos cristãos, o Dove é o segundo prêmio em importância, perdendo apenas para o Grammy (que pra mim também não é lá essas coisas). Mas vamos ao que interessa então? Os comentários de cada categoria, individualmente, separadas, cada uma, parte a parte… Errr… Lá vai:

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40th Dove Awards: The Winners Is…


Pois é, pessoal. Na noite desta quinta-feira, dia 23 de abril, foram anunciados os vencedores do 40th Dove Awards, a tal premiação da qual venho falando a tempos aqui no blog.

Semana que vem venho com os comentários sobre os resultados o sobre o que acertei e o que errei em minhas “predições”… hehehe!! Confira na lista a baixo todos os vencedores!

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Sunday | 004 Rob Bell (nooma)


Aí vai o quarto vídeo do projeto NOOMA. Como  nos outros vídeos, o pastor Rob Bell traz uma mensagem numa versão bem cool, com aquele jeito diferente de expor palavra de DEUS. Confira esse vídeo que, como o anterior, está dividido em duas partes!

NOOMA é uma série de mensagens do pastor Rob Bell, fundador da Mars Hill Bible Church. Confira os vídeos já postados na lista a baixo:

Tudo é pop


Há alguns posts atrás escrevi um pouco sobre a origem dos gêneros musicais. Mas, por esses dias, estive pensando com meus botões (se é que minhas camisetas relaxadas têm isso) sobre essa coisa de ser ou não pop. Cheguei à conclusão de que tudo, tudo mesmo, é pop. Não o gênero musical, mas na essência, no âmago da criação de cada coisa, tudo é pop.

Pop é mais do que uma moda. É mais do que um gênero musical. É bem mais que um comportamento incutido pela mídia. É muito mais do que você ou eu pensamos que é. O pop é mais que um estereótipo qualquer. Aliás, qualquer estereótipo é pop.

Tudo é pop. O rock é pop. O samba é pop. O funk é pop, e o “fanki, infelizmente, também. Como dizia uma música de alguém por aí “o papa é pop”. A Coca-Cola é pop. O próprio pop é pop. Tudo o que sai de nossas cabeças e toma forma, som, cor, chega a conhecimento público, mesmo que limitado, é pop.

Você é pop. Todos são. Todos querem atenção, querem ser notados. Queremos nos tornar públicos. É claro que existem aqueles que preferem o anonimato, mas no seu íntimo, desejam ter algo a oferecer ao mundo. Muito querem o sucesso, outros o reconhecimento. Alguns querem curar o mundo, outros só querem fazer diferença. Mas todos pensam em ser pop.

Nesse momento eu estou pop. Mil pensamentos, imagens, formas me vem à mente, compõem palavras que tem como objetivo somente ser pop. Não que eu queira, mas é a natureza das coisas. As coisas são pop. Qualquer ato, seja dirigir um carro, beber uma bebida, escrever um texto, ver televisão, conversar com um amigo, ouvir uma música, comprar um celular, jogar um jogo, assistir uma partida de futebol, vestir uma camisa qualquer, tudo é pop.

Eu sou pop. Não porque eu curto esse ou aquele gênero musical, mas porque eu penso no que é popular. No que é do mundo. No que é comum a todos. Penso em escrever para as pessoas lerem. Penso em atingir os leitores com conteúdo que seja interessante, que seja discutível, que seja crítico, mas que seja pop. Afinal, um texto que não é pop, não é escrito, pois se seu autor quer um pensamento só pra ele, não escreve.

Mas porque as coisas são pop? Tudo é pop porque tudo o que é feito pra ser visto, ouvido, lido, testemunhado, seja pra gostar ou pra pensar, tem a intenção de ser popular. Popular no sentido de ser do povo. Esse blog é pop. Minha intenção é que as pessoas o leiam. É que ele seja popular. Seja comentado, seja visto, lido, amado ou odiado. Mas que seja pop.

As coisas são pop porque são feitas para alcançar o gosto popular. O pop é aquilo que, de alguma forma, se torna popular. Pop não é ser de todos de uma só vez. É ser, mesmo que por pouco tempo, de alguém que não aquele quem criou. O pop é aquilo que deixa de ser exclusivo, íntimo, pessoal. Se for de duas ou mais pessoas, é pop.

Então aquilo que é pessoal não é pop? É! Por quê? Porque mesmo aquilo que é individual, se deixou de ser uma idéia, será visto, ouvido ou imaginado por alguém. E se não deixou de ser uma idéia, ainda sim é pop porque todas as idéias são formadas a partir do conhecimento de algo. E o conhecimento, lamento informar, é pop.

Então porque separamos as coisas? Porque distinguimos aquilo que é de alguém ou de ninguém ou de todos? Porque cada um tende a querer para si o que não é seu. Afinal, nada é de ninguém. Tudo é de todos.

Não, não sou um socialista, comunista, ou marxista enrustido. Não estou defendendo uma sociedade utópica onde tudo é de todos, nada é de ninguém, todos vivem felizes e ponto final. Estou colocando aqui a realidade das coisas. A própria utopia é pop. A realidade é pop. A felicidade é pop. Só que poucos sabem disso e vivem como se não fosse.

A violência é pop. E pior, virou moda. A segurança também. Ou a falta dela. Ou a falsa sensação de tê-la, como sua, como posse. Os governos são pop. A anarquia é pop. Os conceitos que temos de um e de outro também. A sociedade é pop. Mesmo que dividida, separada por tribos, preconceitos, idéias torpes do que é certo ou errado. Certo é errado são pop. Ou pelo menos a imagem que temos é.

Nossos conceitos. Nossas idéias. Nossas formas de ver o mundo. Nossas vontades. Nossas criações. Nossa ciência. Nossa matemática. Nossa língua. Nossas tarefas. Nossa sociedade. Nosso “eu”. Nossa vivência. Nossa vida. Nosso jeito. Nossas amizades. Nossos termos. Nosso modo de ver e conceber o mundo. Nossas ações. Nossas inações. Nossa natureza. Nós mesmos. Tudo é pop.

Só há uma coisa que não é pop. Uma única coisa. E justamente ela, todos pensam ser. DEUS. Ele não é pop. Ele não depende de ninguém, não foi criado por ninguém, não foi concebido por ninguém. Nem mesmo se importa em ser. Muitos acham que todos os caminhos levam a Ele. Muitos outros acham que todos são filhos dele. Alguns pensam que Ele é o mesmo para todos e ou que está em todos ou que está em tudo. Essas idéias são pop. Deus não é pop. Deus não é o “tudo”. Nem o “todo”. O “todo” não é Deus. Deus é Deus, independente do que você acha que Ele é. Independente do que eu acho que Ele é. Independente do que seja pop ou não. Independente de você ou eu. Você e eu somos pop. Ele não.