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Numa iniciativa sem igual na história humana, Yann Arthus-Bertrand reuniu um grupo incrível de pessoas sob a direção de Luc Besson para filmar e lançar o documentário HOME. Lançado em 5 de junho do ano passado (Dia Mundial do Meio Ambiente) simultaneamente em todo o planeta, em diversas mídias como TV, DVD, cinemas e Internet, o vídeo já conta com mais de 10 milhões de visualizações nas suas diversas versões no YouTube.

“A Humanidade tem, nos 200 mil anos de existência, perturbado seriamente o natural equilíbrio do planeta. Equilibrio, esse, que foi estabelecido por quase quatro biliões de anos de evolução. Os próximos 10 anos são fundamentais para se tentar inverter esta tendência destruidora em que se torna obrigatório ao mundo a alteração do seus modelos de consumo.”

O projeto mostra o nosso planeta e narra o desenvolvimento do mesmo antes e depois da existência da humanidade. Teoria da Evolução à parte (sou criacionista, né galera), o vídeo põe em cheque o modo como nós, seres humanos, estamos tratando nossa CASA!

Disponibilizado na íntegra do YouTube, o vídeo tem cerca de 1 hora e meia de duração, ou seja, só clique aí em baixo se você estiver com tempo ou se pretender fazer o download pra assistir depois (eu bem que tentei colocar o vídeo aqui, mas eles bloquearam, vai saber o porque). Essa versão está em inglês, com legendas em inglês. Mas no canal oficial do projeto existem versões em alemão, francês e espanhol (além de russo e árabe e, se você procurar bem, trechos em português). Já perguntei se eles pretendem lançar uma versão completa em português, mas não tive resposta!

http://www.youtube.com/watch?v=SWRHxh6XepM&feature=related

Escolhas (atualizado)

>> Ao som de Julian Drive – My Coming Day (álbum)

Escolhas! A vida é feita de escolhas (muito clichê isso, mas vá lá… Hoje eu tô inspirado). Há aquelas que fazemos e as que fazem por nós. Mas de uma forma ou de outra, são as escolhas que nos levam a algum lugar.

Quando nascemos nossos pais escolhem nos criar de determinada forma, ou escolhem não criar. Alguns passam essa responsabilidade à outra pessoa. Alguns fingem estar fazendo, mas na verdade na estão. Alguns escolhem demais. Alguns escolhem colocar os filhos nas melhores escolas, dar a melhor educação, encher os garotos de atividades, dar todos os brinquedos… Mas se esquecem de escolher dar à criança algum ainda mais fundamental: caráter. Alguns se vão e não tem oportunidade de fazer escolha alguma.

À medida que crescemos somos bombardeados com as mais diversas escolhas. Sentar do lado dos bagunceiros da sala ou não. Copiar a matéria do quadro ou não. Matar aula para jogar bola ou não. Em casa também continuamos a escolher. Contar a verdade sobre o dever de casa? Assistir todos os desenhos da TV? Tomar banho quando a mãe manda? As consequências dessas escolhas podem levar a severos castigos… Ou não.

Alguns amigos podem escolher nos levar para o mau caminho, nos apresentar o mundo das drogas, da bebida, da pornografia, dos jogos e de demais vícios. Mas somos nós quem escolhemos seguir ou não por esse caminho. As escolhas feitas lá trás, por nossos pais, influenciam exatamente aqui. Caráter.

Escolhas: Nem sempre é fácil fazê-las

Escolhas: Nem sempre é fácil fazê-las

Não escolhemos de quem vamos gostar, mas podemos escolher que atitudes tomar quanto a isso. Escolhemos os amigos, os mais próximos e os mais distantes. Escolhemos quais amizades cultivar, quais queremos guardar pra sempre. Escolhemos com qual colega vamos fazer a prova de dupla, com qual ficamos de papo nos intervalos e com quais matamos aula. Escolhemos pra onde correr quando somos pegos.

Escolhemos, mesmo que por influência de alguém, que religião seguir. Se cremos em alguma coisa, se damos valor a dados científicos, se seremos céticos, ateus, convictos ou se estaremos a par de tudo sem nos evolvermos com nada. Escolhemos se lemos Galileu e Super Interessante ou Contigo e Amiga. Escolhemos entre The Matrix e Titanic. Às vezes escolhemos os dois. Às vezes nenhum.

Quando as pessoas se afastam podemos escolher saber o porquê. Ou podemos virar as costas e seguir nosso caminho como se não nos importássemos. Escolhemos ficar mais próximos da nossa família e dos amigos ou do trabalho e de nossas ambições. Escolhemos estudar, fazer mestrado, doutorado, MBA. Escolhemos viajar, gastar todo o dinheiro do Seguro Desemprego, construir uma casa. Escolhemos entre casar e comprar uma bicicleta.

Escolhemos ouvir rock ‘n roll. Escolhemos ir à uma ‘rave’. Escolhemos dançar forró, funk, axé ou sertanejo. Ou escolhemos ficar em casa comendo pipoca em frente à TV assistindo um filme comprado no camelô da esquina do trabalho. Escolhemos baixar o filme, ou a música, ou o jogo pela Internet. Escolhemos fingir que não fazemos isso. Escolhemos conversar só pelo MSN, nunca pessoalmente. Escolhemos nos declarar pelo e-mail e mandar flores virtuais.

A vida adulta parece dificultar ainda mais essas escolhas. Escolher o carro que cabe no orçamento. Escolher em que bairro construir nosso futuro lar. Escolher entre o emprego certo com salário baixo, mas estável. Ou o emprego dos sonhos numa empresa que pode pedir falência a qualquer segundo. Escolher entre apagar o fogo ou deixar arder. Escolher entre a rotina ou ao trabalho em casa. O freelancer ou o assalariado.

Algumas escolhas acontecem naturalmente. O time de futebol para qual torcemos. A roupa que usamos no casamento do melhor amigo. Como dar o primeiro beijo. Como dar o último beijo. Escolhemos dar ou não um último adeus. Escolhemos até quem merece o último adeus.

Ficar acordado até 2h da manhã para ver o cometa? Até 3h para ver a corrida? Até às 5h para o jogo que é no Japão? Até altas horas batendo papo com um amigo que está há quilômetros de distância e que você só encontra de vez em quando na Internet? Escolhemos dormir ou virar a noite olhando as estrelas e contando cada uma. Às vezes sozinho, às vezes ao lado da pessoa amada. Você escolhe.

Escolhemos anotar cada escolha num caderninho que chamamos de “querido”, mas que se cair nas mãos da pessoa errada vira “maldito”. Escolhemos contar aos amigos nossos segredos. Algumas vezes para depois nos arrependermos de ter confiado na pessoa. Devíamos ter escolhido melhor os amigos.

Horas no telefone que custaram caro. Cartas que mandamos e nunca são respondidas. Aquele dinheiro emprestado que nunca mais se viu a cor. Aquele dinheiro no banco que rendeu o suficiente pra comprar uma bala. Ou aquele dinheiro investido na hora certa que rendeu uma grana após a venda do lote no bairro que valorizou com a chegada da multinacional. Escolhas que fazemos a todo dia que às vezes parecem insignificantes, mas podem ser surpreendentes um dia.

Escolhemos ter filhos, ficar pra titio ou adotar uma criança. De qualquer forma teremos crianças em nossas vidas. Ou escolhemos ser adultos rabugentos que odeiam crianças. Alguns escolhem ser assim e ainda conseguem ter milhares de crianças à sua volta. Coisas da vida. Escolhemos se é a hora certa pra ter filhos. Às vezes os filhos vêm por acaso. Então escolhemos assumir ou não. Cuidar ou não. Nos responsabilizar ou não. E então assumimos o papel de nossos pais e o ciclo começa outra vez.

Mas a vida continua. Escolhemos o quanto segurar nossos filhos. Escolhemos soltá-los pro mundo. Escolhemos vê-los crescer por si só. Ou escolhemos ser pais corujas e ligar a cada segundo pro celular do amigo que o filho deixou anotado na geladeira pro caso de alguma emergência. Decidimos o que é ou não emergência.

As escolhas não acabam. Onde passar as férias em família? Quantas malas levar? Quanto gastar? Da pra adiar pro ano que vem a viajem pra Buenos Aires? Dá pra pedir mais crédito no cartão? E se o time for pra Final da Libertadores, dá pra dar uma fugidinha do trabalho pra ir pro estádio torcer?

O que vou deixar pra minha família? É hora de escolher um plano de saúdo, um seguro de vida, um pé de meia qualquer. Pedir aumento? Trocar de emprego? Mudar pra uma casa mais afastada do centro? Trocar as crianças de escola? Cortar gastos, custos? Ou fazer novos investimentos? Reformar o banheiro ou a cozinha primeiro? Quer cor colocar no quarto do 3º filho? É hora de colocar em prática aquele projeto de anos? Largar tudo e abrir meu próprio negócio?

Ter um cachorro às vezes é uma escolha. Às vezes ele aparece e você simplesmente fica com ele. O quanto ele entra e muda sua família já é uma coisa que você não tem controle. As crianças podem ter alergia. Você pode se mudar para um apartamento. Sua esposa pode ser cansar de limpar o xixi. Uma hora você tem que escolher continuar com o cachorro ou com a vida normal que você tinha antes. Se escolher o cachorro, boa sorte. Eu faria o mesmo!

Que direção seguir? Que conselhos dar? E quando aquele cara aparecer pra tomar seu lugar no coração da sua filha? E quando seu filho quiser pegar seu carro pra dar uma volta? E se ele bater? E quando seu garoto crescer e for pra faculdade? E quando sua esposa quiser fazer uma plástica? Será que eu vou ter aquela vida dos filmes americanos de famílias perfeitas? “Ah! Essas escolhas…”

As escolhas nos cercam. Em quem votar? Que canal assistir? Escrever sobre tudo isso ou não? É hora de voltar a estudar, mesmo depois de velho? É hora de trocar de celular? Ou de TV? Um peixinho seria melhor que um cachorro? É hora de ir ao dentista? Precisa mesmo? E tomar aquela vacina que está atrasada dois anos? Terminar o namoro que não está dando certo? Virar a mesa e mudar totalmente a vida? Mudar de ares? Ceder à pressão das coisas, dos amigos, dos parentes? O caminho às vezes é difícil, mas se não trilharmos, como saber o que há no final? Eu quero mesmo saber? Eu quero chegar a algum lugar? Eu posso escolher!

Pra finalizar, confira um desses videozinhos motivacionais que encontrei no YouTube esses dias:

Livremente inspirado na música One Day Too Late, do Skillet.

Quem disse que vida de ninja é fácil?

Acho que todo cara que viveu a boa época dos filmes de ninjas dos anos 1980 e 1990 sonhava em ser um quando criança ou adolescente. Aquelas técnicas, o lance das espadas… Sempre permeou meu imaginário esse estilo de vida meio bandido, meio mocinho. Ser ninja era legal demais. Mas há muito tempo não se vê filmes nesse estilo. Pelo menos não filmes bons, com boa história, boa produção. Até agora…

Raizo - Ninja Assassin
Bi Rain, astro coreano, é Raizo

De repente surge a notícias de que os irmãos Larry e Andy Wachowski (os mesmos de Matrix) resolveram filmar um. E como tudo o que vem deles, o filme começou a gerar uma expectativa muito grande, principalmente entre os caras de 20 a 35 anos. Ninja Assassin (que deve aparecer por aqui como Ninja Assassino mesmo), conta a história de Raizo, um jovem que é treinado desde pequeno por uma sociedade secreta para ser um ninja mortal. Só que Raizo se rebela quando um de seus amigos é morto pelo próprio clã e inicia uma vingança. História típica, bem clichê…

Mas quem disse que a vida de ninja é fácil? Procurando informações sobre o filme, encontrei um vídeo com cenas do treinamento dos atores. Entre ensaios de possíveis cenas, muita ralação e treinamento com espadas, vemos que até mesmo para atores, o trabalho é árduo. Eu fiquei boquiaberto com o treinamento e, principalmente, com a agilidade de vários desses atores que fazem movimentos rápidos, complexos e, humanamente, ‘semi-impossíveis’ (oO)!

Vídeo dos ensaios dos atores do filme:

Trailer oficial do filme Ninja Assassin:

Por tudo que os Wachowski sempre mostram, mesmo nos seus filmes não tão bons, fiquei ansioso pra ver esse filme. A produção promete ser das melhores. A escolha de Rain para o papel principal me agradou (curto quando pegam um cara pouco conhecido pra fazer um papel nesse estilo).

Já quanto a ser um ninja… Repensei essa possibilidade! ^^

Dust | 008 Rob Bell (nooma)

Pois é, pessoal. O blog está de volta e, com ele, os vídeos da série NOOMA, com o pastor Rob Bell. Aí vai o oitavo episódio, com um tema bem interessante. Confira!

NOOMA é uma série de mensagens do pastor Rob Bell, fundador da Mars Hill Bible Church. Confira os vídeos já postados na lista a baixo:

VOTA – Hard To Believe (Music Video)

Acho que já me declarei fã desses caras. O VOTA me surpreendeu de verdade com um som ousado e diferente, dentro de um meio cheio do mesmo. Apesar de ter raízes bem fizadas no pop e no rock alternativo, assimo como outras bandas que curto, Bryan e cia conseguem fazer coisas maravilhosas, como mostram nesse video. O clip de “Hard To Believe” é sem dúvida um dos mais psicodélicos que já vi, mas é demais!

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