“Traseiro no passado…”

•9 09UTC Novembro 09UTC 2009 • 5 Comentários

Esses dias revi o filme “O Rei Leão” com alguns amigos. Foi uma baita sessão de saudosismo, porém muito divertido. Relembrar as célebres canções do filme, as frases hilárias de Timão e Pumba, entre outras coisas, me fizeram muito bem! Recomendo coisa do gênero para os cinéfilos de plantão.

No filme, o leãozinho Simba, o filho do Rei Mufasa, enfrenta a acusação da morte de seu pai, depois de uma série de confusões em que se mete por ser bastante curioso. Na verdade, tudo não passou de uma trama de seu tio para assumir o trono. Simba então foge para o deserto, onde é encontrado por dois personagens: Timão e Pumba. Um dos diálogos mais marcantes do filme, que inclusive antecede uma das músicas mais famosas da história dos desenhos da Disney, é exatamente a iniciada pelo facóquero (ah, você não sabia que o  Pumba era um facóquero, sabia?) com essa frase acima (no título): “Você deve deixar seu traseiro no passado…“, diz ele. Logo depois ele é corrigido pelo suricate que diz que “você deve deixar o seu passado para trás”.

A filosofia ensinada por Timão e Pumba – Hakuna Matata – é aprendida por Simba, o personagem principal do filme, que passa a viver da mesma forma que os novos amigos: “Sem problemas”. O detalhe é que, a partir desse momento Simba começa a fugir de suas responsabilidades, dentre elas, a de ser o líder de seu povo e de uma terra que dependia da liderança do ‘rei leão’. Simba não consegue encarar de frente suas obrigações e, baseado na sua nova filosofia, deixa seu ‘traseiro no passado’. Ou melhor, deixa tudo para trás. Como consequência das atitudes de Simba, anos mais tarde seu povo sofre nas mãos de Scar, um líder sem caráter.

Somente quando é confrontado por Nala, sua amiga de infância, Simba se põe a pensar no seu passado e, convencido pelo babuíno Rafiki, decide voltar, lutar contra Scar e reassumir seu lugar no trono. Em meio a toda essas história, o filme faz referências a histórias bíblicas como a de Moisés (que retorna para libertar seu povo) e José, além de clássicos como Hamlet. O filme, de 1994, é ainda hoje um dos mais bem sucedidos da história do cinema, estando entre as 20 maiores arrecadações de todos os tempos (fonte: Yahoo! Movies).

A lição ensinada no final das contas, acaba sendo escondida pelo sucesso tremendo que os personagens Timão e Pumba tiveram. Sua teoria de que as coisas que causam problemas devem ser deixadas de lado acabou se tornando mais interessante do que a mensagem final do filme passada por Rafiki que mostra a Simba o caminho de volta para sua terra, seus problemas e, enfim, suas responsabilidades. Com as responsabilidades assumidas, Simba encontra um caminho diferente para a felicidade ao lado de Nala e na reconstrução do reino que ele assume como seu. Só assim ele se torna, de fato, “O Rei Leão”.

Saiba mais sobre os suricates e sobre os facóqueros. Veja também o vídeo de Hakuna Matata (que em português acabou ficando Hatuna Matata para evitar cacofonia):

Questões

•4 04UTC Novembro 04UTC 2009 • Deixe um comentário

Sabe aqueles questionamentos que a gente se faz às vezes? Quando nós estamos lá, parados, observando a vida, vendo as coisas passarem, as pessoas correrem, as crianças crescerem… Sempre há uma série de coisas que se passam na nossa cabeça.

Por que a vida é assim? Por que nascemos, crescemos e morremos, muitas vezes, sem entender o sentido da vida? Por que nos deixamos levar durante todo esse tempo por coisas bobas, tolas, que não suprem nossos reais anseios e, quando estamos velhos, sentimos que não fizemos tudo o que dava pra fazer? Por que?

Por que as pessoas que amamos nunca sabem o quanto nós as amamos. Por que deixamos de dizer isso? Por que não fazemos o suficiente para mostrar nosso amor por elas? Nossos pais, nossos filhos… Nossos amigos e irmãos… As pessoas que sempre estão ao nosso lado são as que mais sofrem por nossa causa. Por que?

Por que fazemos prédios altos, moramos uns em cima dos outros, criamos comunidades imensas, nos entulhamos, amontoamos, nos ajuntamos cada vez, para viver cada vez mais distantes? Por que largamos a vida da fazenda, da roça, do campo e ealizamos o êxodo das grandes cidades para ficarmos ainda mais alienados de todas as coisas? Por que?

Por que criamos carros, motos, aviões, navios e trens? Por que queremos sempre ir mais rápido? Por que deixamos de lado os cavalos, as cavalgadas, o vento no rosto e o prazer de observar a paisagem durante uma viagem só para chegar em menos tempo? Por que nos apressamos tanto pras coisas mais inúteis? Por que?

Por que abrimos mão da companhia de nosso queridos pra passar tanto tempo com pessoas estranhas? Por que preferimos passar o dia inteiro fora de casa e, quando chegamos, preferimos não conversar com ninguém? Por que nos cansamos tão rápido da vida em sociedade, mas vivemos reclamando da solidão do nosso dia-a-dia? Por que?

Por que nos isolamos? Cada homem é uma ilha, certo? Então por que estamos sempre procurando estar próximos? E por que, quando finalmente estamos juntos, queremos nos separar? Por que sentimos falta do outro e não gostamos de estar só? Por que?

Por que deixamos as pessoas pra trás? Por que brigamos, discutimos, quebramos laços de relacionamentos e amizades e, depois de anos, sentimos falta? Por que deixamos que nosso orgulho fale mais alto e nos impeça de estar ao lado daqueles e quem gostamos? Por que?

Por que achamos que a vida é tão injusta? Por que cometemos injustiças uns com os outros? Por que permitimos que as coisas continuem assim? Por que nos questinamos, brigamos, levantamos a voz, mas no fundo deixamos tudo ser como é? Por que?

Por que somos tão egoístas? Tão maus? Tão corruptos? Tão insatisfeitos? Por que?

Por que nunca nos sobra tempo pras coisas que realmente importam, mas vivemos ocupando nosso tempo com coisas que não servem pra nada? Por que sempre reclamamos do tempo e sempre tentamos controlá-lo? Por que administramos tão mau o tempo que temos? Por que?

Por que fazemos coisas, inventamos, construímos e evoluímos tecnologias para nos libertar das coisas e, ao invés disso, cada vez mais nos aprisionamos a elas? Por que dependemos tanto das coisas que nos cercam? Por que não conseguimos nos libertar de nossas próprias criações? Por que?

Por que as nossas crianças agem cada vez mais como adultos e nossos adultos querem cada vez mais ser crianças? Por que os pequenos falam de coisas que não pertencem ao mundo deles e nós achamos tudo tão lindo e não nos preocupamos com o amadurecimento precoce das novas gerações? Por que falamos tanto do ‘nosso tempo’, da ‘nossa época’ e não reagimos à ‘essa época’? Por que?

Por que deixamos que nossa geração se afundasse ainda mais em todas essas coisas? Não havia saída? Era esse o nosso caminho de fato? Por que não procuramos caminhos alternativos para a humanidade enquanto ainda era possível? Por que?

E agora? É tarde demais pra todas essas coisas? Por que deixamos que tudo isso acontecesse? Poluição, desmatamento, aquecimento global… O mundo parece estar entrando em colapso! E ainda sim continuamos de braços cruzados! Por que?

Por que nossa voz ecoa na imensidão e muitas vezes parece que ninguém nos ouve? Por que nossos questionamentos parecem não ter fim mesmo quando nós achamos que sabemos as respostas para todas essas coisas? Por que?

Por que teimamos em por a culpa de tudo em DEUS quando sabemos que é tudo nossa culpa? Por que achamos que ELE nos abandonou quando fomos nós que o abandonamos e tentamos viver por nós mesmos, da nossa maneira, com nossas forças? Por que?

Por que?

Por que?

Por que tantos ‘por quês’?

Por que tantas dúvidas?

Por que tantas questões?

Por que?

Luisim

•14 14UTC Outubro 14UTC 2009 • Deixe um comentário

Havia um homem chamado Luisim. Homem humilde, trabalhador, daqueles que sofriam a cada dia para ganhar seu salário e viver como dava. Luisim era, contudo, um homem observador, do tipo que analisava tudo a sua volta. Certo dia Luisim voltava de seu trabalho e viu de longe homens em seus carros de luxo, saindo de um palácio como dos contos de fada e ali começou a observar o modo como as coisas aconteciam no mundo. Como os homens poderosos e os políticos agiam, mandavam e desmandavam em tudo, ocultavam suas ações, fingiam não saber de nada. Os grandes lucravam e os homens como ele lutavam para conseguir sustentar sua casa e sua família. Luisim observava tudo isso e pensava consigo mesmo: “É tudo culpa de homens como esse; poderosos e políticos que só pensam em si. Por causa deles o Brasil não muda. Um dia eu vou estar no lugar deles e então fazer algo para melhorar o país”.

Luisim ficou por muito tempo refletindo sobre essa situação e, numa bela tarde após seu trabalho, juntou alguns amigos para discutir sobre tudo o que pensava. Os amigos de Luisim ficaram inconformados com as informações que ele lhes passava e se sentiram incomodados a agir. Luisim logo assumiu a frente de um grupo que falava aos demais trabalhadores que eles estavam sendo manipulados e deveriam fazer algo. Mas Luisim e seus amigos não tinham força suficiente para fazer nada a não ser manifestar e dizer ao povo o que pensavam. Então Luisim foi buscar apoio. Ele encontrou outros grupos que pensam como o dele e juntos debateram idéias, discutiram questões e formaram um novo grupo, maior, com uma nova visão. Luisim então era líder de um partido político.

Luisim decidiu concorrer à presidência da República e enfrentar logo de uma vez aqueles homens poderosos e os governantes. Mas a força do grupo de Luisim ainda era pequena demais. Mesmo buscando a massa, formada por trabalhadores como ele e como muitos de seu grupo. Mas Luisim ao menos fez barulho o suficiente para assustar aos homens poderosos que decidiram então colocar frente a frente Luisim e o outro candidato, apoiado por eles. Sabendo do apoio que Luisim tinha da massa, os homens poderosos editaram o debate entre ele e o outro candidato e conseguiram colocar o outro no poder. Mas esse outro, um rapaz novo, de boa aparência, um homem visionário, fez um grande estrago durante um curto período de tempo, traiu a confiança dos homens poderosos e logo eles se voltaram contra ele, mobilizando a massa contra ele e retirando-o do poder.

Luisim estava pronto para concorrer com qualquer que fosse o novo candidato dos homens poderosos, mas ele não contava que os homens poderosos arranjariam um candidato igualmente poderoso. Um político experiente que havia bolado uma idéia fenomenal de como fazer parecer que o país não estava tão mal economicamente, mascarando o real valor da moeda nacional. Esse homem ganhou facilmente a simpatia da massa e era favorito ao cargo de líder do Brasil.

Luisim estava inconformado por ter perdido o apoio da massa e decidiu buscar apoio de outros governantes que tinham mais experiência. Mas junto com esses governantes estavam homens poderosos. Não tanto quanto aqueles que mandavam no país. Mas homens com idéias diferentes das de Luisim e seu grupo. Luisim então se reuniu com esses homens e juntos debateram idéias, discutiram questões e formaram um novo grupo, maior, com uma nova visão. Luisim agora poderia concorrer mais uma vez à presidência. Mas Luisim perdeu. Ao menos, para a sorte dele, o então Presidente estava fazendo tantos estragos quanto o candidato anterior dos homens poderosos. A diferença que Luisim não percebeu é que, os estragos desse homem apenas atingiam a massa. Os homens poderosos por trás dele estavam satisfeitos com seu rendimento. Eles mexeram alguns pauzinhos e logo conseguiram reelege-lo, deixando Luisim de fora mais uma vez.

Dessa vez Luisim não via outra alternativa e foi buscar o apoio de homens tão poderosos quanto aqueles a quem ele estava enfrentando. Ele se encontrou com eles, juntos debateram idéias, discutiram questões e formaram um novo grupo, maior, com uma nova visão. Então Luisim foi buscar novamente o apoio da massa que ele havia perdido. Com a ajuda desses seus novos amigos ele conseguiu retomar esse apoio e, depois de muito tempo, Luisim finalmente era um adversário forte, capaz de desafiar qualquer candidato indicado por seus rivais, os outros homens poderosos.

E Luisim finalmente venceu uma eleição. Ele era o novo Presidente da República. Mas Luisim não havia percebido que, ao longo de todo esse processo, por várias vezes, sua visão havia mudado. Ele não via mais com seus próprios olhos, mas sim com os olhos daqueles a quem ele tinha se aliado. As coisas começaram a acontecer à sua volta e ele não via, pois seus olhos ainda estavam vislumbrando o que ele alcançara. E então, através dele, os homens poderosos começaram a agir da mesma forma como os homens que antes estavam no poder e, Luisim, sem saber de nada, fazia estragos tão grandes quanto os de seus antecessores. Luisim não era capaz de enxergar o que acontecia e, por tanto, era incapaz de agir como ele sonhava em agir a anos atrás. A massa começava a ficar contra Luisim. Mas os homens poderosos estavam a seu favor. E com eles, Luisim conseguiria se reeleger.

Mas como num estalo, numa seqüência de desabamentos ao seu redor, Luisim finalmente abre os olhos e percebe que está tão atolado quanto os governantes que no passado ele acusava de serem os culpados por toda a problemática vida do brasileiro. Luisim estava agora enxergando com seus próprios olhos, mas estava já sem o apoio da massa, perdia aos poucos o apoio dos homens poderosos e já não contava mais com seu grupo que havia se dividido e se perdido pelo caminho. Luisim se encontrava sozinho e, ao olhar para baixo, do alto de seu palanque, observava um homem humilde, trabalhador, daqueles que sofriam a cada dia para ganhar seu salário, apontando para ele e pensando: “É tudo culpa de homens como esse; poderosos e políticos que só pensam em si. Por causa deles o Brasil não muda. Um dia eu vou estar no lugar deles e então fazer algo para melhorar o país”.

PS.: esse post foi reaproveitado do meu antigo blog “Aceito Sugestões”, onde foi publicado em 9 de agosto de 2007.

TRON Legacy

•4 04UTC Setembro 04UTC 2009 • 1 Comentário
TRON

TRON

Quem viveu sua infância (ou parte dela) nos anos 1980, como eu, com certeza se lembra de diversos filmes clássicos dessa época que marcaram nossas vidas. Muitos desses filmes se tornaram clássicos do cinema mundial e são comentados até hoje. Alguns ganharam refilmagens, outros tiveram continuações tardias… Muito se tem falado sobre uma provável continuação, por exemplo, dos Goonnies. Lembra deles?

Um desses filmes que sempre me vem à memória com boas recordações é “TRON” -  o primeiro filme a ser feito parcialmente usando computação gráfica (partes do filmes feitas no computador). E isso em 1982. Sei que muitos hoje não tiveram oportunidade de ver esse filme fabuloso que foi um dos ápices da ficção científica e trazia, na época, uma história original que foi, posteriormente, copiada centenas de vezes: humanos vivendo dentro de um mundo virtual (ou, no caso, digital).

Trailer de TRON (1982)

A grande sacada do filme era o seu visual totalmente diferente do que já se tinha visto nos cinemas. Filmes que falavam de computadores estavam virando moda (a primeira versão de “War Games” é dessa época também) e essa coisa de computadores fantásticos permeava o imaginário de muitos.

A minha grande surpresa essa semana foi descobrir que a Disney, produtora do primeiro filme, planejava fazer uma continuação do filme. 27 anos depois. Na verdade eu imaginei que seria uma refilmagem do primeiro filme, o que está na moda. Mas quando li o título “TRON Legacy” (algo como “O Legado TRON”), só poderia imaginar uma continuação. E que continuação. Dessa vez a Disney caprichou como há muito não fazia nos seus filmes mais caros (“Crônicas de Nárnia” que o diga).

Trailer de TRON Legacy (2010)

Agora diz ae: um nerd, cinéfilo, que ama tudo o que tem a ver com tecnologia, filmes sci-fi, coisas dos anos 1980 e 1990 (em suma, um geek), vai querer perder esse filme? Bom, eu não vou!

100 coisas que ainda vou fazer na minha vida…

•2 02UTC Setembro 02UTC 2009 • 15 Comentários

Continuando a série “100 coisas” (que adotei como sendo a coisa mais divertida do blog), readaptei a ideia de um dos posts anteriores pra falar, agora, de 100 coisas que eu pretendo fazer. Algumas delas sei que posso fazer muito em breve… Outras, talvez dependam mais de um certo esforço (entenda $$$). Mas vamos ver o que sai aqui. Então, lá vai:

  1. Ainda vou ao Hopi Hari
  2. Ainda vou saltar de paraquedas
  3. Ainda vou ao alto topo do Empire States Building
  4. Ainda vou viajar de avião
  5. Ainda vou ao Pólo Norte (e não é pelo Papai Noel)
  6. Ainda vou me formar na faculdade (dessa vez prometo ir até o final)
  7. Ainda vou parar de me mudar tanto
  8. Ainda vou comprar meu notebook
  9. Ainda vou tirar minha carteira de habilitação
  10. Ainda vou fazer um curso de inglês
  11. Ainda vou fazer um curso de alemão
  12. Ainda vou ter uma ideia original e ganhar dinheiro com ela
  13. Ainda vou ter meu proprio negócio
  14. Ainda vou pisar no gramado do Mineirão
  15. Ainda vou assistir a um jogo da Copa do Mundo no estádio
  16. Ainda vou assistir um jogo da seleção no estádio
  17. Ainda vou ao Maracanã
  18. Ainda vou ao Cristo Redentor
  19. Ainda vou andar pelo calçadão de Copacabana
  20. Ainda vou à Estação da Luz em Sampa
  21. Ainda vou conhecer alguém famoso e tirar uma daquelas fotos de fã
  22. Ainda vou ter minha própria banda
  23. Ainda vou cantar minhas próprias músicas
  24. Ainda vou gravar um CD
  25. Ainda vou fazer um churrasco e bancar tudo
  26. Ainda vou juntar amigos de várias épocas diferentes
  27. Ainda vou ter um blog decente
  28. Ainda vou ao Festival de Cinema de Gramado
  29. Ainda vou às Cataratas de Iguaçú
  30. Ainda vou ao Coliseu (em Roma)
  31. Ainda vou à Torre Eiffel
  32. Ainda vou ao Cabo Canaveral (de preferência para ver o lançamento de algum foguete)
  33. Ainda vou aprender a usar gravata
  34. Ainda vou aprender a passar camisa decentemente
  35. Ainda vou arranjar umas roupas que não fiquem grandes em mim (oO)
  36. Ainda vou parar de usar boné
  37. Ainda vou dar um jeito no cabelo (ele me odeia)
  38. Ainda vou engordar (nem que seja uns 10 quilos)
  39. Ainda vou ser menos cabeça dura/teimoso
  40. Ainda vou ao cinema ver um filme que não quero só pra agradar alguém
  41. Ainda vou parar de deixar de lado as coisas que precisam ser resolvidas
  42. Ainda vou ao Chile pelas Cordilheiras dos Andes
  43. Ainda vou a Machu Picchu
  44. Ainda vou fazer uma escalada radical
  45. Ainda vou fazer rapel
  46. Ainda vou pular de bungee junp
  47. Ainda vou comprar meu carro
  48. Ainda vou comprar minha casa
  49. Ainda vou ser menos avarento
  50. Ainda vou fazer mestrado
  51. Ainda vou estudar como devo estudar
  52. Ainda vou dar ouvidos aos conselhos dos meus pais
  53. Ainda vou lutar pelo que quero, mesmo quando não parecer ser o certo a se fazer
  54. Ainda vou planejar melhor meu futuro
  55. Ainda vou aprender a guardar dinheiro
  56. Ainda vou organizar melhor meu tempo
  57. Ainda vou fazer aula de violão
  58. Ainda vou fazer aula de canto
  59. Ainda vou dar aula numa faculdade
  60. Ainda vou decidir onde quero morar
  61. Ainda vou me casar
  62. Ainda vou ter uma filha chamada Ana Laura (ou Ana Clara)
  63. Ainda vou ter um filho e deixar minha mulher escolher o nome dele
  64. Ainda vou levar meu filho à um jogo do Cruzeiro no Mineirão
  65. Ainda vou ter um cachorro que vai morrer bem velho
  66. Ainda vou à uma corrida de Fórmula 1 em Interlagos
  67. Ainda vou à um evento das Olimíadas
  68. Ainda vou colocar minha veia jornalística pra fora mais uma vez (não sei onde)
  69. Ainda vou fazer algo que vai ficar marcado na minha vida
  70. Ainda vou fazer algo que vai ficar marcado na vida de outras pessoas
  71. Ainda vou comprar uma máquina de fazer barba
  72. Ainda vou ter menos preguiça de acordar cedo
  73. Ainda vou acordar junto com o despertador e não antes
  74. Ainda vou aprender a acordar cedo sem me atrasar
  75. Ainda vou parar de escrever “ainad” e ter que corrigir para “ainda”
  76. Ainda vou ser mais diligente
  77. Ainda vou ser mais proativo
  78. Ainda vou ser menos procrastinador
  79. Ainda vou ser menos chato
  80. Ainda vou ser mais objetivo quando falar
  81. Ainda vou aprender a falar menos
  82. Ainda vou às dunas do Maranhão
  83. Ainda me acostumo a ir à praia
  84. Ainda vou me hospedar num Hilton
  85. Ainda vou ao Starbucks
  86. Ainda vou ao Outback
  87. Ainda vou organizar minhas fotos
  88. Ainda vou visitar uns amigos do Nordeste (Hamul e Debby, me aguardem)
  89. Ainda vou largar essa vida de orkut e MSN
  90. Ainda vou gastar menos com coisas inúteis
  91. Ainda vou sair mais com meus amigos e falar menos de mim
  92. Ainda vou fazer uma viagem sem rumo
  93. Ainda vou fazer um mochilão
  94. Ainda vou ler as 7 Crônicas de Nárnia
  95. Ainda vou ler os 12 Deixados para Trás
  96. Ainda vou ler a Bíblia inteira sem ‘picaretar’
  97. Ainda vou ser mais seguro da minha fé
  98. Ainda vou falar em alto e bom som que amo e sirvo a DEUS sem me preocupar com o que as pessoas vão pensar de mim
  99. Ainda vou levar alguém à Cristo
  100. Ainda vou parar de falar o que quero fazer e começar a fazer de fato

Bom, pretendo dar uma conferida nessa lista em breve e verificar os itens que foram, de fato, concretizados (eu espero)…

Melhor campanha publicitária…

•1 01UTC Setembro 01UTC 2009 • 2 Comentários

… de vegetais de todos os tempos (clique na imagem para ampliar):

Os artistas que criaram essa campanha para a empresa HortiFruti, uma rede de hortifrutis do Rio e do Espírito Santo, fugiram do comum e fizeram uma superprodução para colocar em evidência o slogan da rede: “Aqui a natureza é a estrela”! Sempre muito bem pensados, os ‘cartazes’ são de bom gosto, originais e remetem a clássicos do cinema.

A agência responsável pela arte foi a MP Publicidade, de Vitória-ES. As artes, utilizadas em outdoors pelas diversas cidades atendidas pela rede nos dois estados, são colocados semanalmente nas ruas e sempre chamam bastante atenção pela imensa criatividade. Logo os banners já estavam na Internet, em anúncios em diversos sites.

Aliás, o pessoal da MP tem feito bons trabalhos com vários outros clientes. Com a própria HortiFruti, por exemplo, existem outras campanhas bem legais, inclusive uma que coloca nos produtos um ar bem infantil e remete à animação “Os Vegetais” (The Veggie Tales), que passou há algum tempo atrás, se não me engano, no SBT.

Escolhas (atualizado)

•31 31UTC Agosto 31UTC 2009 • 4 Comentários

>> Ao som de Julian Drive – My Coming Day (álbum)

Escolhas! A vida é feita de escolhas (muito clichê isso, mas vá lá… Hoje eu tô inspirado). Há aquelas que fazemos e as que fazem por nós. Mas de uma forma ou de outra, são as escolhas que nos levam a algum lugar.

Quando nascemos nossos pais escolhem nos criar de determinada forma, ou escolhem não criar. Alguns passam essa responsabilidade à outra pessoa. Alguns fingem estar fazendo, mas na verdade na estão. Alguns escolhem demais. Alguns escolhem colocar os filhos nas melhores escolas, dar a melhor educação, encher os garotos de atividades, dar todos os brinquedos… Mas se esquecem de escolher dar à criança algum ainda mais fundamental: caráter. Alguns se vão e não tem oportunidade de fazer escolha alguma.

À medida que crescemos somos bombardeados com as mais diversas escolhas. Sentar do lado dos bagunceiros da sala ou não. Copiar a matéria do quadro ou não. Matar aula para jogar bola ou não. Em casa também continuamos a escolher. Contar a verdade sobre o dever de casa? Assistir todos os desenhos da TV? Tomar banho quando a mãe manda? As consequências dessas escolhas podem levar a severos castigos… Ou não.

Alguns amigos podem escolher nos levar para o mau caminho, nos apresentar o mundo das drogas, da bebida, da pornografia, dos jogos e de demais vícios. Mas somos nós quem escolhemos seguir ou não por esse caminho. As escolhas feitas lá trás, por nossos pais, influenciam exatamente aqui. Caráter.

Escolhas: Nem sempre é fácil fazê-las

Escolhas: Nem sempre é fácil fazê-las

Não escolhemos de quem vamos gostar, mas podemos escolher que atitudes tomar quanto a isso. Escolhemos os amigos, os mais próximos e os mais distantes. Escolhemos quais amizades cultivar, quais queremos guardar pra sempre. Escolhemos com qual colega vamos fazer a prova de dupla, com qual ficamos de papo nos intervalos e com quais matamos aula. Escolhemos pra onde correr quando somos pegos.

Escolhemos, mesmo que por influência de alguém, que religião seguir. Se cremos em alguma coisa, se damos valor a dados científicos, se seremos céticos, ateus, convictos ou se estaremos a par de tudo sem nos evolvermos com nada. Escolhemos se lemos Galileu e Super Interessante ou Contigo e Amiga. Escolhemos entre The Matrix e Titanic. Às vezes escolhemos os dois. Às vezes nenhum.

Quando as pessoas se afastam podemos escolher saber o porquê. Ou podemos virar as costas e seguir nosso caminho como se não nos importássemos. Escolhemos ficar mais próximos da nossa família e dos amigos ou do trabalho e de nossas ambições. Escolhemos estudar, fazer mestrado, doutorado, MBA. Escolhemos viajar, gastar todo o dinheiro do Seguro Desemprego, construir uma casa. Escolhemos entre casar e comprar uma bicicleta.

Escolhemos ouvir rock ‘n roll. Escolhemos ir à uma ‘rave’. Escolhemos dançar forró, funk, axé ou sertanejo. Ou escolhemos ficar em casa comendo pipoca em frente à TV assistindo um filme comprado no camelô da esquina do trabalho. Escolhemos baixar o filme, ou a música, ou o jogo pela Internet. Escolhemos fingir que não fazemos isso. Escolhemos conversar só pelo MSN, nunca pessoalmente. Escolhemos nos declarar pelo e-mail e mandar flores virtuais.

A vida adulta parece dificultar ainda mais essas escolhas. Escolher o carro que cabe no orçamento. Escolher em que bairro construir nosso futuro lar. Escolher entre o emprego certo com salário baixo, mas estável. Ou o emprego dos sonhos numa empresa que pode pedir falência a qualquer segundo. Escolher entre apagar o fogo ou deixar arder. Escolher entre a rotina ou ao trabalho em casa. O freelancer ou o assalariado.

Algumas escolhas acontecem naturalmente. O time de futebol para qual torcemos. A roupa que usamos no casamento do melhor amigo. Como dar o primeiro beijo. Como dar o último beijo. Escolhemos dar ou não um último adeus. Escolhemos até quem merece o último adeus.

Ficar acordado até 2h da manhã para ver o cometa? Até 3h para ver a corrida? Até às 5h para o jogo que é no Japão? Até altas horas batendo papo com um amigo que está há quilômetros de distância e que você só encontra de vez em quando na Internet? Escolhemos dormir ou virar a noite olhando as estrelas e contando cada uma. Às vezes sozinho, às vezes ao lado da pessoa amada. Você escolhe.

Escolhemos anotar cada escolha num caderninho que chamamos de “querido”, mas que se cair nas mãos da pessoa errada vira “maldito”. Escolhemos contar aos amigos nossos segredos. Algumas vezes para depois nos arrependermos de ter confiado na pessoa. Devíamos ter escolhido melhor os amigos.

Horas no telefone que custaram caro. Cartas que mandamos e nunca são respondidas. Aquele dinheiro emprestado que nunca mais se viu a cor. Aquele dinheiro no banco que rendeu o suficiente pra comprar uma bala. Ou aquele dinheiro investido na hora certa que rendeu uma grana após a venda do lote no bairro que valorizou com a chegada da multinacional. Escolhas que fazemos a todo dia que às vezes parecem insignificantes, mas podem ser surpreendentes um dia.

Escolhemos ter filhos, ficar pra titio ou adotar uma criança. De qualquer forma teremos crianças em nossas vidas. Ou escolhemos ser adultos rabugentos que odeiam crianças. Alguns escolhem ser assim e ainda conseguem ter milhares de crianças à sua volta. Coisas da vida. Escolhemos se é a hora certa pra ter filhos. Às vezes os filhos vêm por acaso. Então escolhemos assumir ou não. Cuidar ou não. Nos responsabilizar ou não. E então assumimos o papel de nossos pais e o ciclo começa outra vez.

Mas a vida continua. Escolhemos o quanto segurar nossos filhos. Escolhemos soltá-los pro mundo. Escolhemos vê-los crescer por si só. Ou escolhemos ser pais corujas e ligar a cada segundo pro celular do amigo que o filho deixou anotado na geladeira pro caso de alguma emergência. Decidimos o que é ou não emergência.

As escolhas não acabam. Onde passar as férias em família? Quantas malas levar? Quanto gastar? Da pra adiar pro ano que vem a viajem pra Buenos Aires? Dá pra pedir mais crédito no cartão? E se o time for pra Final da Libertadores, dá pra dar uma fugidinha do trabalho pra ir pro estádio torcer?

O que vou deixar pra minha família? É hora de escolher um plano de saúdo, um seguro de vida, um pé de meia qualquer. Pedir aumento? Trocar de emprego? Mudar pra uma casa mais afastada do centro? Trocar as crianças de escola? Cortar gastos, custos? Ou fazer novos investimentos? Reformar o banheiro ou a cozinha primeiro? Quer cor colocar no quarto do 3º filho? É hora de colocar em prática aquele projeto de anos? Largar tudo e abrir meu próprio negócio?

Ter um cachorro às vezes é uma escolha. Às vezes ele aparece e você simplesmente fica com ele. O quanto ele entra e muda sua família já é uma coisa que você não tem controle. As crianças podem ter alergia. Você pode se mudar para um apartamento. Sua esposa pode ser cansar de limpar o xixi. Uma hora você tem que escolher continuar com o cachorro ou com a vida normal que você tinha antes. Se escolher o cachorro, boa sorte. Eu faria o mesmo!

Que direção seguir? Que conselhos dar? E quando aquele cara aparecer pra tomar seu lugar no coração da sua filha? E quando seu filho quiser pegar seu carro pra dar uma volta? E se ele bater? E quando seu garoto crescer e for pra faculdade? E quando sua esposa quiser fazer uma plástica? Será que eu vou ter aquela vida dos filmes americanos de famílias perfeitas? “Ah! Essas escolhas…”

As escolhas nos cercam. Em quem votar? Que canal assistir? Escrever sobre tudo isso ou não? É hora de voltar a estudar, mesmo depois de velho? É hora de trocar de celular? Ou de TV? Um peixinho seria melhor que um cachorro? É hora de ir ao dentista? Precisa mesmo? E tomar aquela vacina que está atrasada dois anos? Terminar o namoro que não está dando certo? Virar a mesa e mudar totalmente a vida? Mudar de ares? Ceder à pressão das coisas, dos amigos, dos parentes? O caminho às vezes é difícil, mas se não trilharmos, como saber o que há no final? Eu quero mesmo saber? Eu quero chegar a algum lugar? Eu posso escolher!

Pra finalizar, confira um desses videozinhos motivacionais que encontrei no YouTube esses dias:

Livremente inspirado na música One Day Too Late, do Skillet.

Quem sou eu?

•27 27UTC Agosto 27UTC 2009 • 3 Comentários

Quantas vezes a gente se depara com essa pergunta? Quantas vezes você já se fez essa pergunta? Hoje ela tem se tornado comum em grande parte dos sites de relacionamentos que temos nessa imensidão virtual. Às vezes camufladas com uma variação como “sobre mim” ou “diga-nos mais sobre você”! Mas sempre é a mesma pegunta! No fim das contas o que se quer é que você fale de você mesmo, se identifique através de palavras que o definam! Isso é um desafio e tanto! Admiro quem consiga chegar a esse objetivo.

Eu mesmo tentei inúmeras vezes. Sempre tentava ser criativo e dizer algo legal, engraçado, mas nunca era de fato uma descrição sobre mim. Até algum tempo atrás quando resolvi, no orkut, capturar os nomes de algumas comunidades das quais participava e, juntando outras frases legais, fiz uma lista que eu achava ser uma descrição perfeita de mim. Claro que, aos meus olhos, a lista era perfeita, mas aos olhos de muitos poderia parecer boba, estranha ou mesmo não ter nada a ver comigo.

De fato, a lista não é lá uma descrição, mas tem detalhes que remetem à minha personalidade, a coisas de que eu gosto, coisas que me lembram minha infância, bons momentos e várias outras coisas importantes pra mim! Não consigo imaginar hoje outra forma de me traduzir em palavras. Por isso hoje trago a vocês, caros amigos do [estero]tipo, essa lista. Revista, atualizada e corrigida! Enjoy yourself:

Sou branquelo
Sou daltônico
Daltônico, não cego
Sou quase transparente
Eu nasci no dia do meu níver
Já desci escada pelo corrimão
Chego em casa e vou direto pro PC
Eu tocava a campainha e saia correndo
Nunca sei o que dar de presente
Faço piadinhas toscas

Sou chato
Sou geek
Sou bobo
Sou alam

Eu acredito e confio em DEUS
Não sigo religião, sigo a Cristo
Sou cristão, apesar do cristianismo
Prefiro subir quadrado do que descer redondo
Sou filho de pastor, e daí?
Sou Presbiteriano
Eu fui da UPA

Eu odeio fila
Eu penso no futuro
Eu planejo as coisas
Eu faço amizades fácil
Tenho ideias loucas, às vezes
Eu viajo em meus pensamentos
Eu faço trocadilhos infames com frequencia
Eu lembro de quando era criança
Tenho saudades de quando era criança
Tenho saudades de amigos que deixei pra trás
Tenho saudades de alguns dos bons momentos da minha vida
Meu cabelo me odeia

Eu aperto todos os botões do controle
Eu jogava SNES
Eu joguei Pac-Man no ATARI
Eu joguei River Raid no ATARI
Eu joguei Enduro no ATARI
Eu ainda acho Top Gear o melhor jogo de todos os tempos

Eu nunca corri de um dinossauro
Às vezes fico rindo na frente do PC
Quando sinto algo forte, não consigo disfarçar
Nunca duvide do que sou capaz
Não se preocupe em me entender
Tem dias que nem eu me entendo

Sou mineiro
Eu nasci em Araxá
Eu nasci em 10 de Junho
Eu vivo em Divinópolis
Eu já morei em Juiz de Fora
Eu já morei em Uberlândia
Eu já morei em Piumhi
Eu já morei em Manhuaçú
Eu já morei em Lavras
Eu já morei em várias outras cidades

Alguns bons momentos merecem replay
Alguns bons momentos não devem ter replay
Beijo apaixonado é o melhor
Beijo longo com mordida no final é melhor ainda
Mulher não se pega, conquista
Se fosse fácil não teria graça
O Amor não é feito só

Eu estudei no Gammon
Eu estudei no CEFET
Eu estudei no Pitágoras
Estudo no INED

Eu não sou CDF, você que é burro
Já fui mandado para fora de sala
O fundão também se forma
Eu sentava no fundão

Sou cavalheiro
Sou legal, não tô te dando mole
Mamãe não me passou no açúcar
Sou um cara legal
Sou pra casar

Sou complexo, não complicado
Eu sou diferente e sei disso
Eu sou mais eu

Eu amo meu pai
Eu amo minha mãe
Eu amo meu irmão/irmã
Amo e defendo minha família

Amo tempo frio
Sou fã de dias frios, chuvosos e nublados
Prefiro montanha e frio do que praia e sol
Sou daqueles que adoram olhares
As minhas atitudes falam mais que minhas palavras
Mas um olhar diz mais que milhares de palavras

Curto futebol
Sou Cruzeirense
As cruzeirenses são as mais gatas
Tríplice Coroa? Só a gente tem!
Meu filho será Cruzeirense

Amo fotografia
Prefiro fotografia em preto e branco (B&W)
Melhor ainda em Sépia
Photoshop? Não, Fireworks!
CorelDRAW? Com certeza!
Sou professor de informática
Sou designer gráfico
Ou desktop designer
E web designer

Eu sempre tenho um Dicionário por perto
Amo As Crônicas de Nárnia
Ainda não li toda a série de Deixados para trás
Eu leio INFO
Leio Carta Capital, às vezes
Curto a Super Interessante

Eu não vivo sem música
Escuto música o dia todo
Escuto a mesma música várias vezes
Se não tem música, eu faço
Curto Rock Alternativo
Air Guitar? Uhum…
Toco violão
Aprendi a tocar num DiGiorgio
Quando fico triste, toco violão
Acredito no Universo Paralelo das Paletas
Por falar nisso, você viu minha paleta?
Já tive um Kashima
Meu violão é um Crafter
Amo meu violão
Eu toco bateria
Eu toco bateria imaginária

Curto uns seriados como: LOST, Heroes, Smallville, The Big Bang Theory, Prison Break, House MD, Sienfield, Lie To Me, Fringe e outros
Sou Power Ranger, mas é segredo
Eu via Changemman
Eu era o Change Pegasus
Eu via Flashmman
Eu via Jaspion
Eu via Jiban
Eu via Jiraia

Eu vi Matrix
Eu vi Matrix várias vezes
Eu tentei entortar a colher
Eu dicuto sobre Matrix com todo mundo
Eu queria ir De volta para o Futuro
Eu queria ter um Delorian
McFly era o cara
O Senhor dos Anéis é o filme
Me chamavam de Smeagle na escola
Curto a série Spider-man
E também X-Men
E todos os outros filmes de heróis/HQ e etc.
Star Wars? Não sei o que é não, mas deixa eu ir ali meditar com o Mestre Yoda, pegar meu sabre de luz e usar minha Força com os jovens padawans (^^)

Eu amo pão de queijo
Eu amo macarronada
Eu amo lasanha
Eu amo chocolate
Eu amo comida italiana
Eu não sei cozinhar

100 coisas que me dão água na boca… ou que simplesmente gosto de saborear!

•19 19UTC Agosto 19UTC 2009 • 4 Comentários

Esse é mais um daquela série ‘memes’ que a gente vê por aí… Só que dessa vez eu não copiei de lugar nenhum! Decidi eu mesmo criar essa aqui e relatar algumas coisas que eu amo comer! Se você já viu esse por aí, me diga onde pra eu ler também! Mas vamos ao que interessa:

  1. Batata frita
  2. Filé de frango
  3. Batata frita com filé de frango à palito
  4. Tropeiro, mas não gosto tanto assim de feijão
  5. Repolho… De todas as folhas, é a única de que eu realmente gosto
  6. Sorvete… Muito sorvete! Acho que a comida que mais me dá vontade de comer. Se pudesse, viveria de sorvete…
  7. Coca-Cola
  8. Coca-Cola com limão e gelo
  9. Suco de uva
  10. Suco de laranja
  11. Suco de limão
  12. Suco de cajú
  13. Eu já disse sorvete?
  14. Lasanha (bolonhesa, molho branco, quatro queijos, tanto faz)
  15. Pizza
  16. Rondelli
  17. Macarronada
  18. Macarrão ao alho e óleo
  19. Basicamente qualquer tipo de massa que não leve nada verde
  20. Pipoca (com um filmezinho então, nem se fala)
  21. Chips (Fandangos é meu predileto)
  22. Espetinho de frango
  23. Churrasco de frango
  24. Asinha de frango frita ou assada
  25. Churrasco de boi bem passado… E com uma gordurinha
  26. Batata assada
  27. Batata recheada
  28. X-Frango
  29. X-Bacon
  30. X-Tudo, dependendo do lugar
  31. Misto-Quente, dependendo do dia
  32. Pão com salame, dependendo da fome
  33. Omelete, com tudo o que tiver direito
  34. Arroz com feijão da mamãe
  35. Arroz com feijão da minha irmã (também é bom)
  36. Bife da mamãe
  37. De vez em quando o da minha irmã também…
  38. Mandioca frita
  39. Mandioca cozida, do jeito certo
  40. Milho cozido
  41. Purê de batata
  42. Algum prato qualquer feito usando purê de batata
  43. Biscoito recheado de chocolate
  44. Waffle de chocolate
  45. Biscoito champagne
  46. Pavê de chocolate com biscoito champagne
  47. Pavê de chocolate com qualquer coisa
  48. Bolo de chocolate
  49. Bolo de chocolate com cobertura de chocolate
  50. Sorvete de chocolate com cobertura de chocolate (tô me achando meio chocólatra)
  51. Mousse de chocolate
  52. Bolo de côco gelado
  53. Bolo de aniversário sem coisas estranhas (tipo abacaxi, banana, ameixa e outras coisas esquisitas que não combinam com bolos)
  54. Pavê com biscoito de amizena
  55. Palla Italiana (biscoito de maizena com brigadeiro)
  56. Brigadeiro (é, tô muito chocólatra)
  57. Cajuzinho
  58. Doce de leite-ninho
  59. Doce de leite
  60. Doce de leite com côco
  61. Doce de leite pastoso
  62. Doce de leite com… chocolate
  63. Bombom de chocolate (de preferência só de chocolate, ou no máximo com castanhas)
  64. Bombom de chocolate com côco
  65. Trufas de chocolate (ou seja, quer me agradar, me dá uma coisa qualquer com chocolate)
  66. Doces em geral
  67. Gelatina
  68. Pavê com gelatina
  69. Gelatina rosa
  70. Petit Gateau
  71. Bolo com sorvete (aprendi esse nos meus tempos de Lavras)
  72. Panetone com frutas cristalizadas (sem ameixas ou uvas passa)
  73. Panetone com pedaços de chocolate
  74. Banana
  75. Uva
  76. Maçã
  77. Mamão
  78. Melância
  79. Abacate
  80. Laranja
  81. Tangerina (mexerica ou qualquer outro nome que você dê na sua região)
  82. Sala de frutas (de preferência com as frutas acima)
  83. Carambola
  84. Vitamina com frutas (sem misturar demais)
  85. Batida de leite com mamão…
  86. … ou com abacate
  87. Leite com chocolate… Muito chocolate
  88. Arroz doce
  89. Doce de Figo (ou Figo em calda)
  90. Doce de amendoim
  91. Pé-de-moleque
  92. Amendoim puro e cru (amava pegar um saco disso quando era moleque e sair comendo pela casa; também colocava ele na água às vezes, deixava ele inchar e saia comendo do mesmo jeito – aprendi essa com meus pais)
  93. Amendoim torrado
  94. Beijo quente (aquele amendoim torrado e com açúcar e chocolate que aparece em Junho e Julho)
  95. Rocambole doce de chocolate ou doce de leite
  96. Sonho (doce de leite, não aqueles com creme amarelo)
  97. Coxinha com catupiri
  98. Esfirra de frango
  99. Empada de frango
  100. Enroladinho de presunto e queijo

Bom, é basiacmente isso. Te sim mais algumas coisas que me chamam a atenção às vezes, mas essas aí são as que consegui lembrar e que, com toda certeza, me dão água na boca ou que eu gosto realmente e sinto falta de comer, às vezes.

“No Dia Em Que Fazia Anos”, Gregório de Matos

•18 18UTC Agosto 18UTC 2009 • 3 Comentários

“Pois os prados, as aves, as flores
ensinam amores,
carinhos, e afetos:
venham correndo
aos anos felizes,
que hoje festejo:
Porque aplausos de amor, e fortuna
celebrem atentos
as aves cantoras
as flores fragrantes
e os prados amenos.

Pois os dias, as horas, os anos
alegres, e ufanos
dilatam as eras;
Venham depressa
aos anos felizes,
que Amor festeja.
Porque aplausos de amor, e fortuna
celebrem deveras
os anos fecundos,
os dias alegres,
as horas serenas.

Pois o Céu, os Planetas, e Estrelas
com Luzes tão belas
auspiciam as vidas,
venham luzidas
aos anos felizes
que Amor publica.
Porque aplausos de amor, e fortuna
celebrem um dia
a esfera imóvel,
os astros errantes,
e as estrelas fixas.

Pois o fogo, água, terra, e os ventos
são quatro elementos,
que alentam a idade,
venham achar-se
aos anos felizes
que hoje se aplaudem.
Porque aplausos de amor, e fortuna
celebrem constantes
a terra florida,
o fogo abrasado,
o mar furioso,
e as auras suaves.”

Há uma pessoa em especial que faz aniversário hoje. É bem provável que ela jamais visite esse blog, mas, se por um milagre ela aparecer,  só pra ficar registrado: te desejo toda a felicidade do mundo! Mas desejo mais ainda que a felicidade do mundo não seja a felicidade que você busca, que sua busca seja outra… Você sabe do que estou falando!

Parabéns!